Guia de Compras: 13 carros automáticos por até R$ 60.000

Nunca houve tantas opções para descansar o pé esquerdo. Conheça as alternativas mais baratas de automáticos e automatizados

Carros automáticos até R$ 60.000

Carros automáticos até R$ 60.000 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Está cada vez mais fácil dirigir sem precisar se preocupar em trocar as marchas. Só na faixa até R$ 60.000 o mercado brasileiro contabiliza 13 opções entre automatizados, automáticos convencionais e CVT.

A nossa lista começa no Fiat Mobi GSR, que parte de R$ 46.790 com uma caixa automatizada – que nada mais é do que um câmbio manual controlado por atuadores eletro-hidráulicos.

Com funcionamento um tanto lento (mas com preço mais em conta), essa solução exige que o motorista mude a maneira de dirigir para amenizar o balanço nas trocas de marcha. O sistema convencional, com conversor de torque, ainda é a maioria: está presente em oito alternativas deste dossiê.

Há ainda o sistema de polias continuamente variáveis, mais conhecido como CVT, um tipo de câmbio que, apesar de eficiente, ainda não convenceu o consumidor nesta faixa de preço: aqui, só o Nissan March SV 1.6 dispõe dessa solução com “marchas infinitas”, sem trocas e trancos.

QUATRO RODAS solicitou todos os carros com troca automática de marchas abaixo dos R$ 60.000, mas a Kia não forneceu o Picanto GT (R$ 58.990) e a Volkswagen, o Fox Run (R$ 53.390) e o Voyage Comfortline (R$ 59.700).

Em ambos os casos, a alegação foi a mesma: não havia nem uma unidade sequer disponível para empréstimo.

Regra do jogo

Os preços considerados foram informados pelas fábricas em meados de fevereiro, véspera do fechamento desta matéria, assim como os valores para os cálculos dos custos das revisões (até 60.000 km).

O preço do kit de peças foi fornecido pela empresa de pesquisas SUIV (Sistema Unificado de Informações Veiculares). Essa cesta inclui: amortecedores dianteiros, pastilhas de freio, kit de embreagem, farol esquerdo, para-choque dianteiro e retrovisor esquerdo.

A cotação dos seguros ficou a cargo da Corretora Bidu, que chegou aos valores baseada em um perfil de segurado específico: homem de 35 anos, casado, morador de São Paulo.


Fiat Mobi Drive 1.0 GSR – R$ 47.040

Carroceria compacta: para quem pode abrir mão de espaço

Carroceria compacta: para quem pode abrir mão de espaço (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Se você quer descansar a perna esquerda e o braço direito nos congestionamentos, eis a opção mais acessível do mercado, por R$ 46.790. Mas é claro que terá de abrir mão de espaço e certos confortos.

O subcompacto da Fiat usa câmbio automatizado de cinco marchas e motor 1.0 de três cilindros (Firefly). O nome GSR vem de Gear Smart Riding, evolução do Dualogic.

A novidade tem acionamento por botões (nada de alavanca) e opção de trocas por borboletas no volante, detalhe que faz falta no rival VW Up!.

Interior simples e apertado no Mobi

Interior simples e apertado no Mobi (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O GSR troca com mais suavidade que o antigo Dualogic, mas ainda não evita leves trancos nas passagens de marchas, e não há assistente de partida em rampa, como no Uno.

Nos testes de consumo da QUATRO RODAS, o Mobi Drive GSR é o líder no ranking dos automatizados mais econômicos do país, com médias de 14,9 km/l na cidade e 18,6 km/l na estrada, sempre com gasolina.

Por privilegiar o consumo, as relações de marchas são curtas e o conjunto trabalha em baixas rotações. A tecla S (de Sport) faz os giros subirem um pouco. E o câmbio não nega fogo quando se faz o kick-down (pressão rápida até o fim do acelerador) em ultrapassagens.

Mas se o Mobi ganha em economia do Up! i-Motion, perde em acelerações e retomadas. Questão de ajuste e proposta de cada um.

O câmbio GSR é acionado por botões O câmbio GSR é acionado por botões

O câmbio GSR é acionado por botões (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Mesmo se tratando do topo da linha, essa versão economiza em equipamentos. Traz ar-condicionado, vidros elétricos (só na frente), direção elétrica com função City (mais leve para manobras), computador de bordo e volante com regulagem de altura.

Para ter o pacote com retrovisores elétricos, faróis de neblina, rodas de liga, sensores de estacionamento, rádio e volante multifuncional é preciso desembolsar mais R$ 5.433. Já o sistema Live On, um dispositivo que usa o smartphone como central multimídia, sai por R$ 1.617.

Ficha técnica – Fiat Mobi Drive GSR

  • Motor: flex, diant, transversal, 12V, 3 cilindros, 999 cm³; 77/72 cv a 6.250/6.000 rpm, 10,9/10,4 mkgf a 3.250 rpm
  • Câmbio: automatizado, 5 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos sólidos (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: liga leve, 175/65 R14
  • Dimensões: comprimento, 356,6 cm; altura, 150,2 cm; largura, 163,6 cm; entre-eixos, 230,5 cm; peso, 965 kg; porta-malas, 215 l, tanque, 47 l
  • Seguro: R$ 1.996 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 2.904
  • Peças: R$ 4.386

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  18,2 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 10,6 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 17,6 / 30,2 / 68,5 m
  • Consumo urbano: 14,9 km/l
  • Consumo rodoviário: 18,6 km/l

Toyota Etios X 1.3 – R$ 52.990 e XS 1.5 – R$ 57.740

Versão XS se diferencia da X pelo motor 1.5, multimídia e piloto automático

Versão XS se diferencia da X pelo motor 1.5, multimídia e piloto automático (Christian Castanho/Quatro Rodas)

É verdade que muita gente torceu o nariz quando a Toyota ressuscitou a caixa Aisin de quatro marchas do antigo Corolla para colocar nos Etios 1.3 e 1.5 automáticos.

Mas a tática foi acertada, começando pelo preço: por R$ 52.390, o Etios X é o automático convencional (com conversor de torque) mais barato do país.

O pacote de equipamentos é atraente, com direção elétrica, ar-condicionado, painel digital e travas e vidros elétricos. Mas não há sistema de som nem como opcional: para ouvir música, só comprando o equipamento como acessório, na rede Toyota.

A versão logo acima, a XS 1.5 (R$ 57.740) inclui, além do motor mais potente, sistema multimídia, controlador de velocidade e alarme.

Interior do Etios evoluiu após a última reestilização, com painel digital configurável

Interior do Etios evoluiu após a última reestilização, com painel digital configurável (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O menor número de marchas penaliza o desempenho: na prova de 0 a 100 km/h foram 14 s (1.3) e 13,3 s (1.5) – bem distante dos 11,1 s do March 1.6, o mais ágil do dossiê.

Por outro lado, a relação mais longa permite que o motor fique em rotações mais baixas. Isso favoreceu o consumo, especialmente na versão 1.3, que fez 13,4 km/l no ciclo urbano e 16,2 km/l no rodoviário.

Seja com os 98 cv do motor 1.3 ou com os 107 cv do 1.5, o Etios automático é um carro de reações suaves (bem mais confortável que os automatizados) e pede uma tocada mais mansa, até por não ter seletor para trocas sequenciais.

Mas os mais apressados não vão se decepcionar, pois tanto a calibração da suspensão quanto da direção dão ao Etios uma sensação de estabilidade e segurança ímpar.

O design não impressiona, mas o acabamento simples não tem rebarbas e abre um bom espaço para quatro adultos. O pacote de revisões até 60.000 km é igual na dupla (R$ 2.833) e o seguro baixo é um diferencial: por R$ 2.005, o do Etios X só não é mais barato que o do Mobi GSR (R$ 1.999).

Ficha técnica – Toyota Etios X 1.3

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.329 cm³; 16V; 98/88 cv a 5.600 rpm, 13,1/12,5 mkgf a 4.000 rpm
  • Câmbio: automático, 4 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos ventilado (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: aço, 175/65 R14
  • Dimensões: comprimento, 388,4 cm; largura, 169,5 cm; altura, 151 cm; entre-eixos, 246 cm; peso, 955 kg; tanque, 45 litros; porta-malas, 270 litros;
  • Seguro: R$ 2.005 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 2.833
  • Peças: R$ 3.022

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  14 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 7,9 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 17,2/29,9/68,2 m
  • Consumo urbano: 13,4 km/l
  • Consumo rodoviário: 16,2 km/l

Ficha técnica – Toyota Etios XS 1.5

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.496 cm³; 16V; 107/102 cv a 5.600 rpm, 14,7/14,3 mkgf a 4.000 rpm
  • Câmbio: automático, 4 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos ventilado (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: liga leve, 175/65 R14
  • Dimensões: comprimento, 388,4 cm; largura, 169,5 cm; altura, 151 cm; entre-eixos, 246 cm; peso, 965 kg; tanque, 45 litros; porta-malas, 270 litros;
  • Seguro: R$ 2.145 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 2.833
  • Peças: R$ 3.022

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  13,3 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 8,9 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 14,9 / 27,2 / 63,7 m
  • Consumo urbano: 11,7 km/l
  • Consumo rodoviário: 15,2 km/l

Volkswagen Up! Move 1.0 – R$ 52.710

O preço é alto, mas vem com ar, faróis de neblina, rodas aro 14 e trio elétrico

O preço é alto, mas vem com ar, faróis de neblina, rodas aro 14 e trio elétrico (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Ele nasceu como o carro sem pedal de embreagem mais barato do Brasil, em 2014, por R$ 31.000. Hoje, parte de quase R$ 51.000. O que aconteceu de lá para cá? A VW reposicionou toda a gama Up! e tirou de linha as versões de duas portas.

A baixa procura pela versão i-Motion “pelada” também fez com que a marca só oferecesse essa transmissão automatizada de cinco marchas na versão Move quase completa. O título de mais barato foi perdido para o Fiat Mobi.

A caixa de câmbio é bem leve (30 kg), o que compensa parte da agilidade que se perde com o “cérebro” que faz as trocas no lugar do motorista.

Volante: teclas multifunção e couro

Volante: teclas multifunção e couro (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Mas não se iluda: os famosos trancos nas trocas são inevitáveis, o que não acontece com caixas realmente automáticas. O Up! traz o modo M, que permite ao motorista assumir as trocas na alavanca (para a frente para aumentar, para trás para reduzir).

Não há, como no Gol, borboletas atrás do volante. Nem funções de segurar o carro em rampas (auto hold) ou embalar levemente quando o motorista tira o pé do freio (creeping).

Com motor 1.0 com três cilindros MPI (aspirado) de 82 cv e 10,4 mkgf, ele é mais rápido que o Mobi Drive (o único outro modelo citado nessa matéria com motor 1.0), mas também bebe mais.

A versão Move com câmbio i-Motion conta com volante multifuncional revestido de couro, computador de bordo, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 14, retrovisores com repetidores de pisca e rebatimento nas manobras em ré do lado direito e sensor de estacionamento traseiro, entre outros itens de conforto.

Por seu porte e caráter urbano, é um carro que combina perfeitamente com trocas de marchas automáticas. Mas, por esse preço, um câmbio automático com conversor de torque, em vez do automatizado, cairia melhor.

Ficha técnica – Volkswagen Up! Move 1.0

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, três cilindros, 999 cm³, 12V, 82/75 cv a 6.250 rpm, 10,4/9,7 mkgf a 3.000 rpm
  • Câmbio: automatizado, 5 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos ventilado (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: liga leve, 175/70 R14
  • Dimensões: comprimento, 368,9 cm; largura, 164,5 cm; altura, 150,4 cm; entre-eixos, 242,1 cm; peso, 922 kg; porta-malas, 285 litros; tanque, 50 litros
  • Seguro: R$ 2.219 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 3.104
  • Peças: R$ 2.611

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  17,2 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 9,6 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 14,5 / 29,8 / 68,9 m
  • Consumo urbano: 12,7 km/l
  • Consumo rodoviário: 15,1 km/l

Chevrolet Onix Advantage 1.4 – R$ 53.990 e LT 1.4 – R$ 57.990

Advantage: calotas, retrovisores e coluna “B” escurecidos

Advantage: calotas, retrovisores e coluna “B” escurecidos (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Um dos principais diferenciais do Onix é que, desde seu lançamento, ele tem a opção de um eficiente câmbio automático convencional de seis marchas – que, desde fevereiro, passou a ser oferecido em mais uma versão de entrada, a Advantage.

Ela estreia com valor sugerido de R$ 53.990, o que deixa o Onix no posto de terceiro automático mais barato do Brasil, perdendo para o Etios X (R$ 52.390) e o Mobi Drive (R$ 46.790).

A lista de itens de série tem ar, direção elétrica, alarme, travas e vidros elétricos dianteiros.

Por R$ 4.000 a mais dá para levar o LT 1.4 automático (R$ 57.990), que inclui o multimídia MyLink, volante multifuncional, sensor de ré e revestimento diferenciado nos bancos.

O Advantage tem rádio mais simples

O Advantage tem rádio mais simples (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Em ambos, todas as virtudes do Onix. A cabine acomoda quatro adultos com conforto na média do segmento. O volume do porta-malas é de também medianos 280 litros.

A inclusão de fixação Isofix para assentos infantis mais uma série de reforços estruturais melhoraram a segurança a ponto de subir a nota do Onix no Latin NCAP de zero para três estrelas.

O câmbio automático responde rápido ao pedal do acelerador e reduz as marchas automaticamente em descidas para otimizar o efeito de freio-motor. Graças a ele, o Onix 1.4 consegue ter melhor desempenho que o Etios 1.5, equipado com câmbio automático de apenas quatro marchas.

A troca sequencial por botões na alavanca é pouco prática, desestimulando seu uso. Mas o conjunto formado pela direção leve e suspensão macia na medida certa comportam até uma certa dose de empolgação ao volante.

Os custos de propriedade de um Onix automático são atraentes e estão entre os mais baixos do dossiê.

Ficha técnica – Onix Advantage 1.4 e LT 1.4

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.389 cm3; 8V; 106/98 cv a 6.000 rpm, 13,9/13,0 mkgf a 4.800 rpm
  • Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos ventilado (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: aço, 185/65 R15
  • Dimensões: comprimento, 393,3 cm; largura, 170,5 cm; altura, 147,6 cm; entre-eixos, 252,8 cm; peso, 1.067 kg; tanque, 54 litros; porta- -malas, 280 litros
  • Seguro: R$ 2.068 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 3.052
  • Peças: R$ 4.872

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  13,2 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 7,6 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,9 / 29 / 66,6 m
  • Consumo urbano: 12,9 km/l
  • Consumo rodoviário: 15,9 km/l

Citroën C3 Atraction 1.6 – R$ 55.990

Visual do C3 ainda agrada. O pacote de itens de série é convincente

Visual do C3 ainda agrada. O pacote de itens de série é convincente (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O C3 teve um upgrade considerável há menos de um ano, quando trocou o problemático câmbio automático de quatro marchas pela caixa de seis velocidades da japonesa Aisin.

De quebra, o motor 1.6 foi remapeado para um funcionamento mais econômico e confortável. No uso diário, o modelo ganhou agilidade, com respostas e reduções mais rápidas e trocas suaves.

Graças às duas marchas adicionais, o câmbio é mais linear e distribui melhor o torque de acordo com a demanda. Além disso, o modo Eco baixa a rotação do motor e deixa a programação do acelerador mais “calma”, enquanto a função Sport eleva o giro para deixar o carro mais esperto.

Não há mais borboletas atrás do volante para trocas manuais: agora, só na alavanca. Na pista de testes, o C3 levou ligeira vantagem sobre o Onix automático (também de seis marchas) em todas as provas de aceleração e retomada, mas perdeu por pouco no consumo.

Ar digital e direção elétrica são de série

Ar digital e direção elétrica são de série (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Por R$ 55.990, o interessado encontra um hatch espaçoso, com design atualizado, suspensão confortável e bom isolamento acústico.

Nessa versão de entrada, o C3 vem com direção elétrica, tela touch de 7 polegadas, ar-condicionado digital, computador de bordo, vidros elétricos nas quatro portas e porta-luvas refrigerado e iluminado.

Para dar um salto para a versão intermediária (Tendance), o comprador precisa desembolsar mais R$ 6.000, ou R$ 10.000 para a topo de gama (Exclusive).

Vale destacar que o valor de revenda dos modelos da Citroën vem evoluindo ultimamente, graças a uma melhor percepção de qualidade no pós-venda da marca.

Ficha técnica – Citroën C3 Attraction 1.6

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.587 cm3; 16V; 118/115 cv a 5.750 rpm, 16,1/16,1 mkgf a 4.000/4.750 rpm
  • Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos ventilado (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: liga leve, 195/55 R16
  • Dimensões: comprimento, 394,4 cm; largura, 170,8 cm; altura, 152,1 cm; entre-eixos, 246 cm; peso, 1.202 kg; tanque, 55 litros; porta–malas, 300 litros
  • Seguro: R$ 2.796 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 4.103
  • Peças: R$ 2.647

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  12,3 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 7 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,6 / 29 / 68,7 m
  • Consumo urbano: 10,6 km/l
  • Consumo rodoviário: 15,2 km/l

Fiat Uno Way 1.3 – R$ 55.990 e Sporting 1.3 – R$ 56.990

Uno automatizado: disponível nas versões Way e Sporting

Uno automatizado: disponível nas versões Way e Sporting (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O tradicional Uno ficou espremido na gama Fiat após a chegada do Mobi e do Argo, mas ainda tem seus fãs. Ele oferece o espaço que falta ao Mobi e a leveza que falta ao Argo.

Esse equilíbrio compensa a ausência de status, já que há muito ele deixou de ser novidade, apesar da recente reestilização. O Uno tem o mesmo câmbio automatizado monoembreagem de cinco marchas do Mobi.

Ele se chamava Dualogic até o ano passado, mas foi rebatizado de GSR na linha 2018, para uniformizar a nomenclatura. Por falar na linha 2018, a única novidade foi a adoção de sistema que monitora a pressão dos pneus, de série.

Se no Mobi 1.0 de três cilindros esse câmbio privilegia o consumo, aqui no Uno ele trabalha menos amarrado com o motor 1.3 Firefly, de quatro cilindros.

A relação peso/torque é muito boa, mas ele desperdiça um pouco da agilidade na comparação com o Uno 1.3 manual. E é quase tão econômico quanto o Mobi.

Os famosos “soluços” desse tipo de transmissão persistem, mas já não são tão evidentes como na geração anterior, e podem ser amenizados pelo uso das borboletas no volante. As saídas em rampa são facilitadas pela função hill-holder, que impede a descida involuntária do carro.

O Uno Way GSR, com discreta fantasia aventureira (e 2 cm a mais de altura do solo), sai por R$ 55.990, e tem pacotes de opcionais que podem elevar o preço em mais de R$ 10.000.

Já o Sporting, com visual mais jovial, custa R$ 56.990. Pela proposta de economia, melhor ficar com o pacote básico, que já traz itens como ar-condicionado, econômetro, direção elétrica com função City (mais leve em manobras), start-stop e controles de tração e estabilidade.

Ficha técnica – Uno Way 1.3

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.337 cm³; 8V; 109 / 101 cv a 6.250 / 6.000 rpm, 14,2/13,7 mkgf
    a 3.500 rpm
  • Câmbio: automatizado, 5 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos sólido (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: liga leve, 175/70 R14
  • Dimensões: comprimento, 382,0 cm; largura, 165,6 cm; altura, 155,5 cm; entre-eixos, 237,6 cm; peso, 1.057 kg; tanque, 48 litros; porta-malas, 280 litros
  • Seguro: R$ 3.340 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 3.144
  • Peças: R$ 4.113

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  13,4 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 7,5 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 17,6 / 28,1 / 72,7 m
  • Consumo urbano: 13,9 km/l
  • Consumo rodoviário: 17,5 km/l

Ficha técnica – Uno Sporting 1.3

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.337 cm³; 8V; 109 / 101 cv a 6.250 / 6.000 rpm, 14,2/13,7 mkgf
    a 3.500 rpm
  • Câmbio: automatizado, 5 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos sólido (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: liga leve, 185/60 R14
  • Dimensões: comprimento, 382,0 cm; largura, 165,6 cm; altura, 148,7 cm; entre-eixos, 237,6 cm; peso, 1.055 kg; tanque, 48 litros; porta-malas, 280 litros
  • Seguro: R$ 3.481 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 3.144
  • Peças: R$ 4.380

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  13,4 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 7,5 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 17,6 / 28,1 / 72,7 m
  • Consumo urbano: 13,9 km/l
  • Consumo rodoviário: 17,5 km/l

Nissan March SV 1.6 – R$ 56.990

Espaço é o ponto fraco do March, mas ele se defende bem em equipamentos

Espaço é o ponto fraco do March, mas ele se defende bem em equipamentos (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Se o Nissan Versa conseguiu um lugar ao sol no segmento de sedãs compactos, sua variação hatch não teve a mesma força. O March emplacou cerca de 1.100 unidades/mês no ano passado, em média, pouco para o segmento de entrada.

Por isso, já implora por uma nova geração, que já existe na Europa – mas deve demorar para chegar por aqui. E como a conversa aqui são opções automáticas abaixo de R$ 60.000, ele oferece esse item por R$ 56.990 na versão SV – R$ 4.000 a menos que na topo de linha (SL) e que no Versa.

O câmbio em questão é do tipo CVT (variável, sem número de marchas definido). Aliado ao motor 1.6 de 111 cv, garante boa dinâmica na cidade e suavidade em rodovias, sempre com economia (o baixo peso, de 999 kg, ajuda).

Desenvolvido pela Nissan para seus compactos, o câmbio Xtronic tem alterações em relação ao utilizado no Sentra. O diâmetro da engrenagem foi expandido, enquanto a bomba de óleo foi otimizada e a correia tem maior área de contato.

March: único do dossiê com câmbio CVT

March: único do dossiê com câmbio CVT (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Com isso, seu funcionamento é suave e sem trancos. Em qualquer situação a resposta é rápida. Em retomadas, fica melhor com a função overdrive off, que eleva o giro do motor. Não há opção de trocas manuais.

Mesmo nessa versão intermediária, o modelo tem nível de equipamentos acima da média, embora os itens mais bacanas fiquem reservados ao March SL.

Ele vem com ar, direção elétrica, rodas de liga leve aro 15, som, computador de bordo e regulagem de altura para banco e volante.

Em compensação, falta espaço nos bancos traseiros e no porta-malas, de 265 litros, e o pequeno tanque de 41 litros joga contra a autonomia, sobretudo com etanol.

Ficha técnica – Nissan March SV 1.6

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.598 cm³; 16V; 111 cv a 5.600 rpm, 15,1 mkgf a 4.000 rpm
  • Câmbio: automático CVT, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos ventilado (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: liga leve, 185/60 R15
  • Dimensões: comprimento, 382,7 cm; largura, 167,5 cm; altura, 152,8 cm; entre-eixos, 245 cm; peso, 999 kg; tanque, 41 litros; porta- -malas, 265 litros
  • Seguro: R$ 2.214 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 2.810
  • Peças: R$ 2.896

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  11,7 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 6,3 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,6 / 28,1 / 63,5 m
  • Consumo urbano: 11,7 km/l
  • Consumo rodoviário: 15,8 km/l

Toyota Etios Sedã X 1.5 – R$ 57.220

Não se iluda: as rodas são da linha de acessórios originais Toyota

Não se iluda: as rodas são da linha de acessórios originais Toyota (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Por menos de R$ 60.000, só há um sedã automático disponível: a versão básica X do Etios, de R$ 57.220. Os rivais mais próximos, Hyundai HB20S e Nissan Versa, partem de R$ 61.000.

Se é a conjugação de economia, porta-malas e comodidade que você procura, a pedida é boa, sobretudo após a recente reestilização.

Ainda não dá para dizer que ficou bonito, mas aliviou a má impressão quase unânime que a versão anterior causava. Por dentro ele também melhorou, com a adoção de um painel digital que pôs fim ao antigo analógico, feio e de difícil leitura.

O Etios é convencional em tudo, inclusive no sistema de transmissão (caixa automática de quatro marchas). Poderia ter mais marchas? Sim, mas as quatro dão conta de proporcionar fluidez ao eficiente motor 1.5 de 107 cv.

Painel central tem funções interessantes, mas exige adaptação do motorista

Painel central tem funções interessantes, mas exige adaptação do motorista (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Não há opção de trocas manuais, nem modo esportivo. Apenas se pode limitar a troca de marchas em 3ª, 2ª e 1ª (L), para forçar o uso do freio-motor em descidas.

Embora pouco moderno, o conjunto é confiável, econômico e silencioso. O funcionamento é suave, com pronta resposta em várias faixas de rotação.

No quesito espaço reside a grande vantagem. Todos viajam com cabeça e pernas folgadas, e o porta-malas de 562 litros é maior até que o do irmão maior Corolla, de 470 litros.

Nessa versão de entrada, falta requinte no acabamento, e um bom exemplo é o conjunto de rodas de aço, aro 14. Na cabine, há plásticos de várias texturas, mas bem montados e sem rebarbas.

A lista de equipamentos traz apenas o essencial: ar, direção elétrica, trio elétrico e ajuste de altura do banco do motorista. Nem sistema de som ele oferece de série. Mas o pós-venda exemplar compensa o despojamento.

Ficha técnica – Toyota Etios XS 1.5

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.496 cm³; 16V; 107/102 cv a 5.600 rpm, 14,7/14,3 mkgf a 4.000 rpm
  • Câmbio: automático, 4 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos ventilado (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: aço, 175/65 R14
  • Dimensões: comprimento, 436,9 cm; largura, 169,5 cm; altura, 151 cm; entre-eixos, 255 cm; peso, 1.029 kg; tanque, 45 litros; porta- -malas, 562 litros;
  • Seguro: R$ 2.243 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 2.833
  • Peças: R$ 3.022

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  12,6 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 7 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,1 / 27,8 / 62,3 m
  • Consumo urbano: 11,8 km/l
  • Consumo rodoviário: 15 km/l

Hyundai HB20 Comfort Plus 1.6 – R$ 58.200

 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Já se vão quase seis anos do lançamento do HB20 no Brasil, e ele ainda é colocado como referência para os rivais que estão chegando agora ao mercado.

De fato, o hatch subiu o sarrafo da categoria com design arrojado, acabamento superior e um conjunto mecânico bem acertado. Mesmo em fim de ciclo, ele ainda é uma opção interessante: bem construído, confiável e dinamicamente equilibrado, custa R$ 58.200 na versão Comfort Plus.

É claro que ele já não representa o que existe de mais moderno no segmento, mas, quando falamos de câmbio automático, ainda faz bonito frente à concorrência.

Excluídos os subcompactos, só o C3 é páreo para o HB20 em matéria de desempenho e economia, pelo menos nessa faixa até R$ 60.000. Sua caixa automática de seis marchas conversa bem com o motor 1.6 de 122 cv.

 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Há possibilidade de trocas manuais na alavanca, mas não por borboletas no volante. Outra área em que o HB20 já foi forte e hoje ficou vulnerável é a do conteúdo.

Ele ainda não traz itens como ESP, piloto automático e auxiliar de partida em rampa. E ainda usa direção hidráulica em vez de elétrica (o que prejudica o consumo) e cinto de segurança subabdominal para o passageiro traseiro central.

A nova central multimídia, de 7 polegadas, com espelhamento de celulares, é opcional nesta versão, por R$ 1.600.

Independentemente dos anos de estrada, o HB20 segue no pódio dos carros mais vendidos no país, tem um pós-venda elogiável, cinco anos de garantia e foi bem no teste de Longa Duração, no qual uma unidade com motor 1.0 foi desmontada, analisada e aprovada após rodar 60.000 km.

Ficha técnica – Hyundai HB20 Comfort Plus

  • Motor: flex, dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.591 cm3; 16V; 128/122 cv a 6.000 rpm, 16,5/16 mkgf a 5.000/4.500 rpm
  • Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
  • Freios: discos ventilado (diant.) e tambor (tras.)
  • Direção: hidráulica
  • Rodas e pneus: aço, 185/60 R15
  • Dimensões: comprimento, 395,5 cm; largura, 171 cm; altura, 155 cm; entre-eixos, 250 cm; peso, 1.113 kg; tanque, 50 litros; porta-malas, 300 litros
  • Seguro: R$ 2.637 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 2.983
  • Peças: R$ 4.370

Teste de pista (com gasolina)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h:  12 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 7,3 s
  • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,7 / 29,6 / 70,1 m
  • Consumo urbano: 10,8 km/l
  • Consumo rodoviário: 14,3 km/l

Fiat Argo Drive 1.3 – R$ 59.990

Câmbio GSR, do tipo automatizado, exige adaptação do motorista

Câmbio GSR, do tipo automatizado, exige adaptação do motorista (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A própria Fiat reconhece que subestimou a capacidade de vendas da versão automatizada no lançamento do Argo. Resultado: todo mundo queria um, mas a previsão de entrega passava dos três meses. Atualmente, já é possível encontrar um Argo GSR a pronta entrega.

No limite dos R$ 60.000 estipulados como teto deste dossiê, o Argo Drive 1.3 (R$ 59.990) faz bonito. Na pista de teste, mostrou ter o essencial a um projeto moderno: eficiência.

Foi mediano nas provas dinâmicas (13,9 s no 0 a 100 km/h), mas deu show nas de consumo (com 14,7 km/l em ciclo urbano e 16,5 km/l no rodoviário), sempre com gasolina.

Nível de acabamento é acima da média

Nível de acabamento é acima da média (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O lado negativo de estar tão próximo do limite dos R$ 60.000 é que nenhum opcional pode ser adquirido. Em outras palavras, isso quer dizer que o valor será suficiente para um Argo preto, a única cor sem valor extra – as sólidas vermelha e branca custam R$ 500, as metálicas prata, cinza e preta saem por R$ 1.700 e a perolizada, branca, R$ 2.000.

Além das cores, ficam de fora os dois pacotes de opcionais, o Kit Stile (de R$ 2.100, com faróis de neblina e rodas de liga leve com pneus 185/60 R15) e o Kit Parking (de R$ 1.600, com sensor de estacionamento e câmera de ré).

Mas a cabine continua com visual mais requintado que a média, e traz uma central multimídia fácil de usar e com excelente qualidade de reprodução sonora – herança da Jeep.

Ao volante, o Argo agrada pela suspensão com acerto notadamente voltado para o conforto. O câmbio GSR é uma evolução do velho e criticado Dualogic: melhorou, mas o sistema ainda é lento, exigindo algum tempo de adaptação do motorista.

Ficha técnica – Fiat Argo Drive GSR 1.3

  • Motor: flex, transversal, quatro cilindros, 1.332 cm3; 8V; 109/101 cv a 6.250/6.000 rpm, 14,2/13,7 mkgf a 3.500 rpm
  • Câmbio: automatizado, 5 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira)
  • Freios: discos (dianteira), tambor (traseira)
  • Direção: elétrica
  • Rodas e pneus: aço, 175/65 R14 (série), liga leve, 185/60 R15 (opcional)
  • Dimensões: comprimento, 399 cm; altura, 150 cm; largura, 172 cm; entre-eixos, 252 cm; peso, 1.148 kg; tanque, 48 litros; porta-malas, 300 litros
  • Seguro: R$ 2.406 (Perfil Quatro Rodas)
  • Revisões: R$ 3.260
  • Peças: R$ 4.961

Teste (com gasolina)

Aceleração de 0 a 100 km/h: 13,9 s
Retomada de 60 a 100 km/h: 7,8 s (em D)
Frenagens de 60/80/120 km/h a 0: 17/28,1/66,5 m
Consumo urbano: 14,7 km/l
Consumo rodoviário: 16,5 km/l

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  1. Carlos Minkap

    MENOS 4 RODAS….COLOCAR CONTEÚDO COMO ESTE SÓ PARA ASSINANTES CHEGA A BEIRAR A PIADA. EXISTE VASTO MATERIAL SOBRE ISTO NA INTERNET DE GRAÇA !!!!

  2. Muito boa a matéria, principalmente pq em breve estarei trocando meu carro de câmbio manual por um automatico.