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Segredo: VW Nivus terá um motor e três versões, uma delas para PcD

Com gama enxuta, SUV cupê derivado do Polo trará também câmbio automático atualizado e deve custar entre R$ 70.000 e R$ 85.000

Por Leonardo Felix - Atualizado em 9 dez 2019, 16h53 - Publicado em 9 dez 2019, 16h49
Lanterna traseira está integrada a uma faixa preta, mas aparentemente não é contínua Reprodução/Volkswagen

O Volkswagen Nivus, SUV cupê derivado do Polo e antes conhecido no seio popular como T-Sport, chegará ao mercado brasileiro no segundo trimestre do ano que vem, conforme já apontado por QUATRO RODAS.

Embora ainda faltem alguns meses até seu lançamento, a fabricante já tem tudo praticamente preparado para o início das vendas. Inclusive as versões de acabamento.

Conforme apurado por nossa reportagem, são duas as configurações inicialmente programadas para serem disponibilizadas nas concessionárias: Comfortline e Highline.

É assim que você verá o Nivus sem óculos se tiver miopia Reprodução/Volkswagen

Cerca de 80 unidades pré-série do modelo, todas dessas duas versões, já passaram pela produção de São Bernardo do Campo (SP) durante o trabalho incipiente de ajuste as linhas.

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Ambas devem vir equipadas com o motor 200 TSI de Polo, Virtus e T-Cross, um 1.0 três-cilindros turbo flex de 128 cv de potência com gasolina e 20,4 mkgf de torque com qualquer combustível.

Protótipos já indicam que as rodas do Nivus terão desenho exclusivo Danilo Dalla de Almeida/Quatro Rodas

Acoplado a ele estará o já conhecido câmbio automático de seis marchas da Aisin, porém com atualizações na calibragem a fim de sanar pequenos “coices” ao arrancar com o carro na fase fria do motor.

Os engenheiros tentam ainda solucionar os trancos sentidos nas reduções para marchas mais baixas, em especial primeira e segunda, problema sentido por nossa equipe durante quase toda a trajetória do Virtus de Longa Duração.

Motor 1.0 TSI flex deve ser o único a compor a gama do Nivus Fernando Pires/Quatro Rodas

Itens de série devem ser bastante similares aos de Polo, Virtus e T-Cross, incluindo quatro ou seis airbags, faróis e lanternas com guias de led, faróis de neblina com luzes de conversão estáticas, ar-condicionado com saída para a fileira traseira e central multimídia com projeção de celulares, entre outros itens.

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Na versão de topo, pelo menos como opcional, serão oferecidos quadro de instrumentos 100% digital, frenagem automática pós-colisão e um novo sistema de entretenimento que, segundo fontes, será mais moderno que o dos irmãos de plataforma e promete ter funções “revolucionárias”.

O preço da versão Comfortline deve ficar na faixa de R$ 75.000 a R$ 80.000, enquanto o da Highline será posicionado entre R$ 80.000 e R$ 85.000.

Lanterna traseira está integrada a uma faixa preta, mas não é contínua Reprodução/Volkswagen

Para mais adiante, provavelmente no fim de 2020, a Volkswagen planeja lançar o Nivus Sense, versão voltada a clientes PcD.

O conjunto mecânico deve ser o mesmo das demais versões, porém com perda de itens de série para posicioná-lo dentro do teto de R$ 70.000.

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Derivado diretamente do Polo, tal qual o Honda WR-V em relação ao Fit, ou o Caoa Chery Tiggo 2 no comparativo com o Celer, o Nivus compartilhará muitos componentes com o hatch, externa e internamente.

Detalhe mostra como o para-choque frontal será muito diferente dos outros VW com plataforma MQB Reprodução/Volkswagen

Além de motorização, suspensões (com calibragem diferente) e da distância entre-eixos em 2,56 metros, diversos elementos da carroceria, como portas, colunas A e B, caixas de roda e, talvez, até capô e para-lamas dianteiros serão os mesmos.

O mesmo vale para peças de acabamento interno.

Já as partes que compõem os balanços dianteiro e traseiro serão exclusivas. A parte de trás espichada, aliás, dará ao CUV um volume de porta-malas bem maior do que os 300 litros do Polo, talvez acima de 400 l.

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Vale lembrar que o projeto é de origem brasileira, mas será produzido também em Navarra (Espanha), com foco na comercialização para o mercado europeu.

 

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