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Flagrado, novo Jeep Grand Commander chinês adianta o SUV inédito no Brasil

Prestes a ser reestilizado, novo modelo chinês da Jeep aparece sem disfarce e revela estética do inédito Grand Commander brasileiro

Por Eduardo Passos Atualizado em 18 Maio 2021, 13h43 - Publicado em 18 Maio 2021, 12h21
Dianteira do Jeep Grand Commander chinês é bem semelhante ao que estamos vendo aos poucos no Brasil
Dianteira do Jeep Grand Commander chinês é bem semelhante ao que estamos vendo aos poucos no Brasil Divulgação/Internet

Para lançar a versão de sete lugares do novo Compass, a Jeep optou por importar da China o nome Grand Commander. Isso não quer dizer, entretanto, que o xará do Oriente está morto.

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Lançado em 2018, o modelo da China está prestes de ganhar uma reestilização e, pelas fotos vazadas, deve aproveitar muito da estética desenvolvida ao inédito SUV brasileiro.

O flagra ocorreu durante o processo de homologação junto ao governo chinês, e confirma muito do que vem sendo notado nas diversas unidades do projeto 598, desenvolvido entre Goiana, Pernambuco, e Betim, Minas Gerais.

DRLs ficam na porção inferior do farol e também deverão atuar como setas progressivas
DRLs ficam na porção inferior do farol e também deverão atuar como setas progressivas Reprodução/Internet

Em termos de dimensões, o modelo chinês mede 4,9 m de comprimento, 1,9 m de largura e 1,7 m de altura, com diferenças milimétricas entre o modelo 2.0 turbo e a versão híbrida plug-in. O SUV chega aos 265 cv com seu motor diesel, ao passo que a variante híbrida atinge 229 cv.

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  • É importante ressaltar que o Grand Commander chinês não utiliza a plataforma Small Wide do Jeep Compass, mas a Compact Wide também aplicada à Chrysler Pacifica e Jeep Cherokee, por exemplo. O Commander original provém do carro-conceito Yuntu, revelado no Salão de Pequim de 2018, sendo comercializado em versões a combustão e híbridas, com sete ou cinco lugares.

    A Jeep já previa o facelift de meia-vida, mas as baixas vendas podem ter adiantado o processo, previsto para 2022. Como as mudanças são apenas estéticas, mantém-se a carroceria de sempre, mas há novidades externas visíveis.

    Traseira do Jeep Grand Commander chinês
    Apesar do nome em mandarim, há grafia ocidental na régua que conecta as lanternas. Escapes elevados também chamam atenção Reprodução/Internet

    A principal delas é na traseira, onde as lanternas foram modificadas e uma régua com o nome do carro escrito conecta as peças luminosas. O conjunto é bem semelhante ao visto no Brasil, onde o espaço para a régua vem sendo escondido. As luzes de freio também seguem a tendência geométrica aplicada nos protótipos mais recentes, com linhas vermelhas na porção inferior e geometria traçada acima.

    Na dianteira, o destaque fica por conta da grade: praticamente idêntica à apresentada pela Jeep do Brasil e vista nos camuflados que rodam pelo país, há peças paramétricas bem semelhantes às do luxuoso Jeep Grand Wagoneer. Os faróis mais retos também se aproximam do que veremos nas ruas brasileiras e o novo para-choques tem nichos dos faróis de neblina com leds horizontais na porção superior.

    Previsto para o segundo semestre de 2021, o Jeep Grand Commander brasileiro virá equipado com o mesmo 1.3 turboflex do Compass 2022, tal como uma variante aprimorada do motor diesel do SUV médio que promete romper os 200 cv de potência e 40 kgfm de torque. Por mais que se tratem de carros diferentes, os Grand Commander brasileiro e chinês tendem a ampliar a sinergia desejada pela Stellantis, em busca de otimizar processos e reduzir custos.

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    Capa Quatro Rodas Abril
    Arte/Quatro Rodas
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