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Nova geração do Chevrolet Captiva é um SUV chinês rebatizado

Modelo baseado no Baojun 530 é apresentado no Salão de Bogotá com motor 1.5 de 147 cv de potência

Por Thais Villaça 14 nov 2018, 14h49
Novo Captiva fez sua estreia mundial no Salão de Bogotá, na Colômbia GM/Divulgação

Vendido no Brasil até o fim de 2016, o Chevrolet Captiva acaba de ganhar uma nova geração, apresentada no Salão de Bogotá (Colômbia).

O SUV foi substituído pelo Equinox em diversos mercados – inclusive no Brasil, desde o ano passado. Mas seu nome foi resgatado por um SUV chinês.

Reprodução/Internet

Essa nova geração nada mais é que o Baojun 530, produzido pela SAIC, que é parceira da GM na China. Além do emblema da marca americana, as alterações estéticas são parcas, como a grade dianteira e as rodas.

Desenvolvido em pareceria com a SAIC, Baojun 530 é a base do novo Captiva Baojun/Divulgação

O conjunto mecânico é o mesmo do modelo chinês: motor 1.5 turbo a gasolina, que desenvolve 147 cv de potência e 23,5 mkgf de torque. Um motor 1.8 aspirado é esperado em alguns mercados. O câmbio pode ser manual ou automático de seis marchas.

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Mudanças estéticas se restringem à grade dianteira, rodas e ao emblema da Chevrolet Baojun/Divulgação

A mesma estratégia de rebatizar carros oferecidos na China está sendo usada pela Ford. O Territory, atualmente em exibição no Salão do Automóvel de São Paulo, foi desenvolvido em parceria com a Jiangling Motor Corporation (JMC). A marca testa e receptividade do público para definir se o SUV será oferecido por aqui.

Ford Territory também é feito em parceria com empresa chinesa, a JMC Renato Pizzutto/Quatro Rodas

O modelo é uma reestilização JMC S 330, lançado em 2016, e herda o nome de um outro SUV fabricado pela Ford na Austrália, que foi descontinuado.

Apesar de a marca afirmar que o novo Captiva será vendido em diversos mercados internacionais, o modelo não deve chegar ao Brasil.

 

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