Mitsubishi L200 terá reestilização ousada para marcar seus 40 anos

Picape média vai adotar nova linguagem da marca, mas deve manter motorizações; Estreia no Brasil é mistério

Nascida em 1978, picape completa 40 anos em 2018. O presente é uma profunda reestilização

Nascida em 1978, picape completa 40 anos em 2018. O presente é uma profunda reestilização (Divulgação/Mitsubishi)

“É hora de mostrar ao mundo a última versão do ícone da masculinidade”. Foi com essas palavras que a subsidiária russa da Mitsubishi mostra a primeira imagem oficial do facelift que marcará os 40 anos do lançamento da L200.

Apesar de sombrio, o teaser antecipa que a picape vai abandonar as polêmicas linhas inauguradas pela quinta geração em 2015 e adotar o mais recente (e atrevido) DNA de design da marca.

Batizado de Dynamic Shield, o desenho é ousado – principalmente na dianteira. O conjunto ótico deve seguir o mesmo estilo adotado pelo Eclipse Cross, que estreia no Brasil nas próximas semanas.

Linha de cintura ascendente: traços de dinamismo O mais novo utilitário da marca vai servir como base para o desenho dianteiro da picape. SUV vem ao Brasil ainda em 2018.

O mais novo utilitário da marca vai servir como base para o desenho dianteiro da picape. SUV vem ao Brasil ainda em 2018. (Divulgação/Mitsubishi)

Traz os faróis bem afilados com luzes diurnas de leds integradas. Logo abaixo, as lanternas de neblina ocupam um generoso nicho. O traço marcante, no entanto, é uma espécie de X formado por partes cromadas no para-choque.

 

As linhas vão ao encontro de outros veículos recém-lançados, como o Pajero Sport, Eclipse Cross e a minivan Xpander. A reestilização no perfil e na traseira deve ser mais branda.

A dianteira da Xpander é praticamente a mesma que vai aparecer no facelift da picape

A dianteira da Xpander é praticamente a mesma que vai aparecer no facelift da picape (Divulgação/Mitsubishi)

Também não há informações sobre mexidas no interior e no powertrain. As modificações no modelo brasileiro, fabricado em Catalão (GO) devem demorar a acontecer. A L200 só surgiu por aqui em 2016 com o controverso desenho asiático.

Em fevereiro desse ano, a marca fez uma ligeira alteração na grade da versão topo de linhA. Enquanto lá fora há uma gama maior de motorizações, a picape feita por aqui vai manter o motor 2.4 diesel de 190 cv a 3.500 rpm e torque máximo de 43,9 mkgf a 2.500 rpm. A transmissão automática de cinco velocidades e tração 4×4 são outros itens que permanecem.

A data da revelação ainda é incerta já que a fabricante não vai participar do Salão de Paris, que acontece entre os dias 4 e 14 de outubro.

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  1. Pablo Sanchez

    Cambio de 5 velocidades Modernidade ? Motor 190 CV Modernidade ?

  2. Juarez Veras

    Bom para quem não conhece a L200 e reclama do cambio de 5 marchas, ele conta com reduzida para 4×4 extremos. Ou seja, tem 6 marchas. O motor é mais que suficiente para um bom desempenho e não é beberrão, claro que isso depende da tocada do motoristas, carga, etc. Mas se o pretendente a comprador compra para desfilar, estradas boas (asfalto ou vicinais) vá de amarok, hilux, etc. Ou ainda, se você quer uma pickup para voar no asfalto, e se considera um piloto capaz de domar um carro alto, suspensão traseira com eixo rígido, aerodinâmica que não aceita nem brisa de proa, a 180km/h. Vá de amarok, não esqueça de afivelar os cintos e verificar a luz do airbag. Agora, se for para andar onde as estradas são quase trilhas ou inexistentes, lama, costelas de vaca, riachos, onde não se passa de 40/50km, e muitas vezes ficamos nos 10/20km/h, não tem outra se não a L200. E se por acaso decidir pegar outra pickup e tentar se aventurar, pode me chamar pelo rádio que se eu não estiver longe vou te guinchar.