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Fiat Grande Panda substituirá o Argo no Brasil, confirma CEO da marca

Novo carro global será produzido em Betim (MG) a partir de 2026, com outro nome e ainda deve aposentar também o Mobi

Por Nicolas Tavares
13 mar 2025, 12h57 • Atualizado em 13 mar 2025, 15h38
Fiat Grande Panda
Versão RED terá visual mais simples e será exclusivamente elétrica (Divulgação/Fiat)
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  • Lançado em 2017, o Fiat Argo está com oito anos de mercado, momento em que deveria ganhar uma nova geração ou um substituto. Não será o caso, pois o hatchback terá mais um ano no mercado nacional até a chegada do Grande Panda, novo hatch global da marca italiana. E o CEO da empresa, Olivier François, confirmou o lançamento do carro no lugar do Argo.

    Entrevistado pelo site Automotive News Europe, François falou sobre o posicionamento do Grande Panda dentro da Fiat e como a fabricante tem grandes planos para o hatch. “É o primeiro produto global para a marca Fiat desde a família Palio lançada em 1996”, relembra o executivo, “vendemos cerca de 40% de nosso volume na Europa e 60% em outros lugares, mas com uma linha de produtos muito regional.”

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    É impossível negar o parentesco com o Panda desenhado nos anos 1980 (Divulgação/Quatro Rodas)

    O Grande Panda será o primeiro de uma estratégia para unificar os modelos oferecidos mundialmente e a Fiat está olhando muito para o mercado brasileiro, pelo sucesso alcançado aqui com veículos desenvolvidos para o país. Tanto é que o conceito do Grande Panda foi mostrado com mais três protótipos, um SUV, um SUV cupê e uma picape compacta, sendo que os dois últimos têm uma inspiração clara no Fastback e na Strada.

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    François não quis dar muitos detalhes sobre o Grande Panda, apenas dizendo que “chegará ao Brasil depois [da Europa], como um substituto do Argo, que ainda não está no fim de seu ciclo de vida.”

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    (Divulgação/Fiat)

    Quando chegar em 2026, o hatchback deverá ter algumas mudanças no design para atender ao gosto local e reduzir um pouco os custos, como a retirada do painel de led frontal. Nem mesmo o nome Grande Panda deve ser mantido, por ser um batismo que não é conhecido pelos brasileiros.

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    Será mecanicamente diferente de seu primeiro europeu. Apesar de manter a plataforma Smart Car, o Grande Panda nacional estará mais próximo dos carros nacionais da Citroën, também feitos com esta arquitetura. Ao invés do motor 1.2 turbo, deverá usar as opções nacionais da família Firefly e da variante turbo GSE, com o 1.0 e 1.3. Também contará com o recém-lançado sistema híbrido leve, presente no Pulse e Fastback.

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