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Longa Duração: pedrada quebra o para-brisa do Jeep Compass

Como não permitia reparo, o vidro teve de ser trocado. Sem seguro, sairia por R$ 3.000

Por Péricles Malheiros Atualizado em 2 abr 2018, 15h49 - Publicado em 2 abr 2018, 15h34

Se você, assim como a gente, está sempre dirigindo por estradas, uma das melhores lições do Longa Duração é: ao contratar o seguro, adquira a cobertura extra contra danos nos vidros.

Ao menos quatro ou cinco vezes por ano, em média, temos casos de vidros atingidos por pedras lançadas por pneus de caminhões ou ônibus.

“Eu ainda estava distante de um ônibus, que ia à frente. Tanto que nem sequer vi a pedra. Só ouvi o barulho e notei o vidro trincado, próximo à borda esquerda, bem na minha linha de visão”, diz o editor de arte Fábio Paiva, motorista do Compass na ocasião.

Acostumado com o ambiente rodoviário, o editor de Longa Duração, Péricles Malheiros, dá uma dica: “Redobre a atenção ao se aproximar de veículos grandes e também de picapes e SUVs, pois todos eles costumam ter pneus cujos sulcos de drenagem são grandes, capazes de prender pedras maiores e mais pesadas do que simples pedriscos de asfalto. Com a flexibilidade da borracha mais a força centrífuga gerada pela rotação do pneu, as pedras atingem quem vem atrás com muita força”.

O editor completa dizendo que andar colado só aumenta o risco: “Além do perigo de colidir com a traseira do veículo à frente, seu carro pode ter elementos vitais danificados pelas pedras, como o radiador ou os faróis”.

Mas voltemos ao Compass. Com o SUV novamente em São Paulo, ligamos para a seguradora, que informou o valor da franquia (R$ 640) e nos instruiu a agendarmos o reparo diretamente em uma das unidades da Autoglass, empresa especializada em reparo e troca de vidros automotivos.

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Como o para-brisa do Compass precisou ser encomendado, o atendimento foi feito após oito dias. Nas concessionárias Jeep, o mesmo conserto foi orçado em R$ 3.056 na Caltabiano, R$ 3.046 na Amazonas e R$ 2.946 na Divena.


Opinião do condutor

Nome: Leo Nishihata, editor de estratégias digitais.

O que gostei: “A autonomia do diesel proporciona muito conforto e segurança em longas viagens. Com três passageiros e o porta-malas cheio, foi possível vir de Florianópolis até São Paulo (mais de 800 km, incluindo duas subidas de serra na opção de trajeto que passa pela Rodovia Padre João Manuel e pela Imigrantes) sem reabastecer, com média de 15 km/l, sem entrar na reserva.”

O que não gostei: “A imprecisão da alavanca de seta, que insiste em acionar o farol alto acidentalmente, incomoda bastante os outros motoristas e pode causar alguma confusão no trânsito.”


  • Jeep Compass –  26.042 km

    Consumo

    • No mês: 12,8 km/l com 9,6% de rodagem na cidade
    • Desde out/17: 12 km/l com 19% de rodagem na cidade
    • Combustível: diesel S-10

    Gastos no mês

    • Combustível: R$ 1.582

    Ficha técnica

    • Versão: Longitude 2.0 16V turbodiesel
    • Motor: 4 cilindros, dianteiro, transv., 1.956 cm3, 16V, 170 cv a 3.750 rpm, 35,7 mkgf a 1.750 rpm
    • Câmbio: automático, 9 marchas, 4×4
    • Combustível: diesel
    • Seguro (perfil QUATRO RODAS): R$ 5.889
    • Revisões (até 60.000 km): R$ 3.616
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