Clique e assine com até 75% de desconto

Toyota Hilux usada é picape com fama de inquebrável e querida nas lojas

A picape média chama atenção pelo alto valor de revenda, mas é confortável e econômica. Só perde na potência....

Por Felipe Bitu Atualizado em 16 nov 2020, 10h11 - Publicado em 16 nov 2020, 09h43
A Hilux manteve a fama do Corolla, de veículo que não dá problemas Christian Castanho/Quatro Rodas

Produzido no Brasil há 22 anos, o Corolla levou poucos anos para consolidar-se como a referência entre os sedãs médios. Serviu de parâmetro para a irmã Hilux, que manteve a fama de inquebrável e elevado valor de revenda. A Hilux tornou-se uma picape que alia o rodar confortável à praticidade do câmbio automático de seis marchas.

Nunca foi a mais rápida (0 a 100 km/h em 13,9 segundos), mas seu motor 2.8 turbodiesel de 177 cv e 45,9 kgfm de torque agrada pelo consumo: 10 km/l na cidade e 12 km/h na estrada.

A Black Friday já começou na Quatro Rodas! Clique aqui e assine por apenas R$ 5,90

A tração 4×4 (acionada por um seletor eletrônico) está sempre presente nessa configuração de motor. Vale a pena investir na versão topo de linha SRX: traz partida por botão, banco elétrico, faróis de led com acendimento automático, controle de velocidade para descidas e rodas de 18 polegadas.

A intermediária SRV reúne ESP, painel com tela de 4,2 polegadas, bancos de couro, ar-condicionado digital com saída para os bancos traseiros, central multimídia, piloto automático, faróis de neblina e assistentes de reboque e saída de rampas.

  • Considere a versão SR apenas se o preço for convidativo, pois ela traz somente o básico: trio elétrico, volante multifuncional, central multimídia e rodas de liga leve aro 17. Uma boa oportunidade para quem deseja uma Hilux barata é optar pela versão standard com câmbio manual de seis marchas, tomando os devidos cuidados por ser uma versão voltada a serviços pesados por frotistas.

    Podendo escolher, prefira a versão topo de linha SRX, que é mais equipada Christian Castanho/Quatro Rodas

    A melhor novidade de 2017 da Hilux foi o motor flex 2.7 de 163/159 cv. Ele gasta mais (7 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada) e anda menos (0 a 100 km/h em 15,1 segundos), mas aniquilou a concorrência já combinado ao câmbio automático de seis marchas.

    Também vale a pena a versão SRV, a mais equipada: outra dica para pagar menos é procurar pela versão 4×2. A 2018 trouxe avanços: a SR foi renomeada SR Challenge e recebeu faróis e lanternas com máscara negra, santantônio, estribos laterais, rodas pretas, apliques de plástico no para-choque e caixas de roda e grafismos nas laterais. O motor flex 2.7, por sua vez, passou a contar com a (rara) opção do câmbio manual de cinco marchas.

    A reestilização promovida no modelo 2019 trouxe poucas mudanças: a topo de linha SRX ganhou luzes diurnas de led nos faróis e, com exceção da versão standard, todas tiveram a dianteira redesenhada, com discretas alterações no para-choque e na grade. Em 2020, todas as versões passaram a contar com airbags laterais e de cortina, além de ESP e assistente de partida em rampas.

    Onde o bicho Pega

    Christian Castanho/Quatro Rodas

    Infiltração de poeira:  Problema crônico que afetou os modelos 2016 e 2017, causado por falhas de vedação nas borrachas das portas e por falha nas saídas de ar da cabine. Circule por uma estrada de terra e verifique a limpeza atrás do encosto do banco traseiro.

    Continua após a publicidade

    Adulteração da ECU:  Mais comum no motor 2.8 turbodiesel, a central eletrônica é modificada para aumentar a pressão de trabalho do turbo e a injeção de combustível. O acréscimo de torque e potência pode prejudicar a transmissão e é identificada pela eliminação do filtro DPF.

    Embreagem:  O problema mais comum ocorre no rolamento (colar) em veículos submetidos a condições adversas de trabalho. Verifique se o acionamento do pedal continua suave, sem trepidar ou patinar. O conjunto completo é consideravelmente caro.

    Câmbio automático:  Seu funcionamento deve ser suave e regular: trancos e retenções desnecessárias são maus indícios.

    Freios:  O uso incorreto do câmbio automático em declives costuma sobrecarregar os discos de freio, situação que provoca o empenamento da peça. O problema é mais fácil de ser detectado em rodovias devido à trepidação do volante em velocidades acima dos 80 km/h.

    A voz do dono

    Nome: Germano Hadler
    Idade: 47 anos
    Profissão: empresário
    Cidade: Pelotas (RS)

    O que eu adoro:
    “Robusta e confiável, mecânica consolidada. O câmbio automático é bem escalonado para uso misto cidade/campo. A ampla rede autorizada facilita a manutenção em qualquer local do país.”

    O que eu odeio:
    “Falta torque e potência em ultrapassagens. Interior preto realça a infiltração de poeira, problema crônico. Rodas de 18” são inadequadas na terra e há pouca tecnologia pelo preço que se paga.”

    Preço médio dos usados (tabela KBB Brasil)

    Arte/Quatro Rodas

    Preço das Peças

    nós dissemos Arte/Quatro Rodas

    Nós dissemos

    Acervo/Quatro Rodas

    Dezembro de 2015 “Se antes a Hilux já parecia um carro de passeio, a distância para o Corolla ficou ainda menor. A dianteira, com grade e faróis parecendo uma peça só, e os leds não negam a semelhança com o sedã. A cabine ganhou acabamento em tons escuros, (…) com apliques imitando fibra de carbono e alumínio.”

    Pense também em uma…

    Chevrolet S10 Advantage
    Acervo/Quatro Rodas

    Chevrolet S10  A Advantage tem motor 2.5 flex com 206 cv e câmbio manual de seis marchas. Já traz a central MyLink e trio elétrico. A LT com 4×4 e câmbio automático de seis marchas ou motor 2.8 diesel de 200 cv, sempre 4×4. As LTZ e High Country incluem transmissão automática, ar digital e pacote de segurança completo.

    Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital.

    Arte/Quatro Rodas
    Continua após a publicidade
    Publicidade