Tirando o atraso: Chevrolet S10 flex ganha câmbio automático

Transmissão de seis marchas é oferecida a partir de R$ 107.990 nas versões LT e LTZ

Renovada em 2016, ela agora tem logos S10 nas portas dianteiras Renovada em 2016, ela agora tem logos S10 nas portas dianteiras

Renovada em 2016, ela agora tem logos S10 nas portas dianteiras (divulgação/Chevrolet)

Durante longos anos, quem quisesse uma S10 flex com câmbio automático (algo que até modelos populares já oferecem) acabaria comprando uma Hilux ou uma L200 Triton.

A lacuna no portólio de picapes da Chevrolet só terminou agora, com o oferecimento da transmissão automática de seis marchas para as versões LT 4×2 (R$ 107.990) e 4×4 (R$ 116.990) e LTZ 4×2 (R$ 122.990) e 4×4 (R$ 129.990).

Mesmo criticadas pelo alto consumo, as picapes flex formam parte significativa do segmento – no caso da S10, elas continuam vendendo mais que as a diesel. A explicação é simples: custam, em média, 20% a menos.

Suave, câmbio automático de seis marchas roda sem solavancos Suave, câmbio automático de seis marchas roda sem solavancos

Suave, câmbio automático de seis marchas roda sem solavancos (divulgação/Chevrolet)

O câmbio automático de seis marchas é o mesmo aplicado na motorização a diesel, mas teve modificações, como o alongamento da relação do diferencial (para melhorar o consumo), programação específica do módulo de controle da transmissão.

O motor 2.5 de quatro cilindros com injeção direta e até 206 cv e 27,3 mkgf ganhou novo mapa de aceleração e coxins mais rígidos. No último comparativo entre picapes flex (S10, Hilux e Ranger), ele garantiu à Chevrolet (ainda só com câmbio manual) os melhores números de desempenho e consumo.

Motor 2.5 flex produz até 206 cv e 27,3 mkgf Motor 2.5 flex produz até 206 cv e 27,3 mkgf

Motor 2.5 flex produz até 206 cv e 27,3 mkgf (divulgação/Chevrolet)

Agora com transmissão automática, a S10 mantém o pique. Na avaliação completa a ser publicada na edição de maio de QUATRO RODAS, ela manteve o pique (de 0 a 100 km/h em 11,5 s, com gasolina) mas bebeu mais (7,8 /10,1 km/l no consumo urbano / rodoviário, contra 8,5 / 10,6 km/l da manual).

Outra pequena novidade na linha é a partida remota do motor pela chave, para que a cabine seja climatizada pelo ar-condicionado antes dos ocupantes entrarem.

Central MyLink, ar-condicionado digital e OnStar são de série na LTZ Central MyLink, ar-condicionado digital e OnStar são de série

Central MyLink, ar-condicionado digital e OnStar são de série (divulgação/Chevrolet)

De resto, o pacote de equipamentos continua farto. A LTZ, que parte de R$ 122.990 com tração 4×2, traz de série alerta de colisão frontal, alerta de mudança de saída de faixa, assistente de rampa, controles de estabilidade e tração, banco do motorista com ajustes elétricos, sistema de comunicação OnStar e central MyLink. Mas fica devendo nos airbags: apenas dois, obrigatórios.

Versões 4x4 possuem seletor eletrônico de tração Versões 4×4 possuem seletor eletrônico de tração

Versões 4×4 possuem seletor eletrônico de tração (divulgação/Chevrolet)

Mais simples, a LT flex 4×2 automática começa em R$ 107.990, uma diferença de R$ 5.290 para a sua principal concorrente, a Toyota Hilux SR flex 4×2 (R$ 113.280), equipada com um motor 2.7 de até 163 cv e 25 mkgf.

No caso do modelo que aparece nas fotos, a LTZ com tração 4×4, o valor chega a R$ 129.990, também um pouco abaixo da Hilux SRV flex 4×4 (R$ 133.070).

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  1. Jorge Nicolau

    Faz tempo, mais de 2 anos que venho comentando que a Ford está comendo mosca por não ofertar a Ranger flex com o motor 2.0 Ecoboost e câmbio automático, com opcional de tração 4X4. No mínimo a versão Limited deveria vir de série assim, reservando o 2.5 para as versões de entrada.

  2. Marco Antonio Cardoso Andrade

    A S10 Advantage é o melhor custo/benefício do seguimento….