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Renault não voltará a vender carros na China e reforça aliança com a Geely

Por outro lado, a Renault vai utilizar de tecnologia chinesa para desenvolver novos produtos para o mercado global

Por Mauro Balhessa
29 jan 2026, 10h11 •
Boreal sendo montado na fábrica da Renault
Boreal sendo montado na fábrica da Renault (Divulgação/Renault)
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  • François Provost, CEO da Renault, afirmou que a montadora não pretende voltar a vender carros na China em um curto prazo de tempo. A estratégia foi tomada devido à forte concorrência e às guerras de preços em curso na China. Em vez disso, a companhia vai se integrar à cadeia de suprimentos chinesa para comercializar automóveis no mundo todo. As declarações foram divulgadas pelo site chinês Late Post, que conversou com Provost. 

    A ideia da montadora é desenvolver com os chineses para outros mercados. Há pouco mais de cinco anos, a montadora francesa encerrou projetos conjuntos com a Dongfeng e a Brilliance, mas abraçou a Geely – atualmente, um dos principais parceiros da Renault na China (e também no Brasil). Em entrevista, o diretor executivo diz que ambas empresas compartilham uma visão compatível e cooperam em um modelo de ganha-ganha.

    Renault Geely do Brasil

    Em novembro de 2025, a Renault e a Geely oficializaram a criação da Renault Geely do Brasil. Na ocasião, houve o anúncio de R$ 3,8 bilhões em investimento, com três finalidades:

    • A produção de uma nova plataforma Geely (GEA) “com a tecnologia de zero e baixas emissões”, para o lançamento de dois modelos que serão produzidos no segundo semestre de 2026;
    • A renovação de um produto Renault que será lançado no segundo semestre de 2026;
    • A produção de uma nova plataforma, “com tecnologia de zero emissões”, que dará origem a um novo modelo Renault que será lançado em 2027.
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    Além da Horse, uma joint venture das companhias com capacidade de produção de 5 milhões de unidades de motores por ano, elas desenvolvem em conjunto veículos da marca Renault que são fabricados na Coreia do Sul.

    Em seu principal mercado, a Europa, Provost comenta que a Renault busca maneiras de atrair mais compradores a optarem por carros eleletrificados. Para isso, a francesa explora extensores de autonomia e híbridos plug-in, além de veículos de novas energias, que poderão ser colocados no mercado ao compartilhar tecnologias de eletrificação com a Geely.

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