Novo Chevrolet Prisma vira Onix Sedan e chega antes do hatch

Sedã foi apresentado à imprensa no Brasil ainda na forma de protótipo. Lançamento ocorre no fim deste ano, incluindo motor 1.0 turbo

Novos Onix e Onix Sedan inauguram nova leva de compactos da GM para mercados emergentes

Novos Onix e Onix Sedan inauguram nova leva de compactos da GM para mercados emergentes (Reprodução/Internet)

Ainda com muito mistério, a GM antecipou nesta quinta (11) à imprensa brasileira e argentina os detalhes da nova geração do Chevrolet Prisma – ou melhor, Onix Sedan.

Segundo Rodrigo Fiocco, gerente de marketing da GM, “o nome Onix é muito forte, e representará uma nova família de carros globais”. QUATRO RODAS já havia aventado para a possibilidade da troca de nome no fim de março.

O Onix Sedan terá pegada de sedã compacto premium

O Onix Sedan terá pegada de sedã compacto premium (Reprodução/Internet)

O executivo evitou confirmar que o Prisma será rebatizado de Onix Sedan, mas o movimento é natural, já que o modelo recém-lançado na China adota essa nomenclatura.

O carro foi apresentado à imprensa ainda na forma de protótipo e não foi autorizado o registro de qualquer imagem do veículo. Segundo a marca, o Onix Sedan brasileiro terá algumas diferenças em relação ao homônimo chinês.

 (Divulgação/Chevrolet)

Outra novidade é que o três-volumes chegará ao mercado antes do hatch, e será lançado no Brasil ainda este ano – o que posterga a estreia do novo Onix para 2020.

A GM também afirmou que o Onix Sedan chega ao mercado “para somar, e não substituir”. Isso indica que, ao menos em um primeiro momento, o modelo não irá tirar de linha o Prisma atual nem Cobalt.

A dupla, porém, será afetada pela nova família de compactos. O Cobalt dificilmente permanecerá em linha além de 2020, para evitar canibalização com o Onix Sedan. Ao mesmo tempo, o Prisma passará a ser oferecido apenas na versão Joy.

Uma das maiores surpresas é o uso de suspensão dianteira com subchassi

Uma das maiores surpresas é o uso de suspensão dianteira com subchassi (Divulgação/Chevrolet)

Também foi confirmado o uso dos novos motores 1.0 de três cilindros da família CSS, conforme antecipado com exclusividade por QUATRO RODAS.

No Onix e Onix Sedan o propulsor será oferecido nas configurações aspirado e turbo, com câmbio sempre manual de seis marchas para a configuração aspirada e opção automático, também com seis marchas, para a variante turbinada.

Visualmente, a grande novidade está no uso de lanternas traseiras bipartidas, similares às de Cobalt, Cruze e Malibu

Visualmente, a grande novidade está no uso de lanternas traseiras bipartidas, similares às de Cobalt, Cruze e Malibu (Divulgação/Chevrolet)

Ainda, representantes da fabricante afirmaram que a distância entre-eixos do modelo ficará entre os 2,53 metros do atual Prisma e os 2,62 metros do Cobalt, muito provavelmente replicando os 2,60 metros já confirmados para o Onix Sedan chinês.

Para o três-volumes chinês, aliás, a única mudança visual perceptível – lembrando que o modelo brasileiro ainda se encontra camuflado – está no desenho das luzes diurnas em LED localizadas na base do para-choque frontal.

Onix Sedan tem 2,60 m de entre-eixos, 7 cm a mais que o Prisma e 2 cm a menos que o Cobalt

Onix Sedan tem 2,60 m de entre-eixos, 7 cm a mais que o Prisma e 2 cm a menos que o Cobalt (Divulgação/Chevrolet)

De acordo com aquilo que nossa reportagem conseguiu enxergar no protótipo, o Onix Sedan brasileiro contará com suspensões tipo McPherson com subchassi (dianteira) e eixo de torção (traseira).

Veículo contava ainda com um par de freios a disco ventilados nas rodas da frente, sendo uma dupla de tambores atrás, e pneus 195/55 calçando rodas aro 16.

Infelizmente, o carro se encontrava lacrado e, portanto, com a cabine ainda inacessível.

Sedã foi desenvolvido com participação de 14 países, incluindo o Brasil

Sedã foi desenvolvido com participação de 14 países, incluindo o Brasil (Divulgação/Chevrolet)

Construído a partir da plataforma modular global GEM, criada em parceria com a chinesa Saic, o Onix Sedan foi desenvolvido com o trabalho de 1.800 engenheiros em 14 países, sob supervisão da matriz nos Estados Unidos.

Um dos braços de desenvolvimento é a filial brasileira, no campo de provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP). A promessa, segundo a fabricante, é elevar o padrão de qualidade da Chevrolet no mercado de compactos.

“Queremos inaugurar um novo patamar de qualidade, dirigibilidade e performance com esses produtos em seus respectivos segmentos”, afirmou Gregório Del Rio, engenheiro-chefe global do projeto.

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