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Honda quer criar “ecossistema de mobilidade” com táxis voadores até 2030

A ideia da empresa é utilizar táxis voadores elétricos e híbridos como soluções de mobilidade nos grandes centros urbanos a partir da próxima década

Por Pedro Henrique Oliveira 11 out 2021, 16h34
Ilustração do eVTOL da Honda
O novo eVTOL da Honda começará a ser testado em 2023 Divulgação/Honda

A novidade no ramo da mobilidade urbana é a utilização de veículos de aterrissagem e decolagem vertical, os chamados VTOLs. Grandes empresas como Uber, Hyundai, Embraer e até a Gol trabalham para oferecer suas versões elétricas e híbridas de táxis voadores a partir de 2025 e chegou a vez da Honda anunciar o projeto do seu próprio eVTOL.

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A solução apresentada pela empresa é um táxi voador com opções híbridas ou elétricas, dependendo dos trajetos e de seu uso. Sabe-se que a opção elétrica limita a autonomia do modelo a 100 km, enquanto a versão híbrida permite que o modelo percorra 400 km sem a necessidade de reabastecer.

Miniatura do eVTOL da Honda
A Honda quer que a tecnologia esteja totalmente funcional até 2030 Divulgação/Honda

Neste caso, para ter esse aumento na autonomia e diminuir a necessidade de abastecimento do seu eVTOL, a Honda terá uma unidades equipadas com motor a combustão e turbinas.

Turbina do eVTOL da Honda
Um dos motores que será utilizada pela versão híbrida do táxi voador Divulgação/Honda

A ideia da empresa é criar um serviço multiveículos, o que a Honda chamou de “ecossistema de mobilidade”. Portanto, além de fornecer o eVTOL, a marca fará a integração entre ele e o transporte até a área de embarque, tudo por meio de um único aplicativo. A empresa até criou um vídeo para demonstrar como seria essa integração para o funcionamento dos táxis voadores.

  • Miniatura dos táxis voadores da Honda
    A versão híbrida do táxi voador será capaz de percorrer 400 quilômetros sem reabastecer Divulgação/Honda

    O projeto tem como meta ficar totalmente disponível e pronto até 2030, mas com protótipos funcionando já em 2023, ano no qual algumas empresas começarão a testar os seus respectivos protótipos. A empresa não revelou custos ou quais serão os locais dos testes. 

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