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Ferrari Daytona SP3 é superesportivo de R$ 12,6 milhões e já está esgotada

Derivada da LaFerrari, a Daytona SP3 é um tributo a um dos grandes feitos da Ferrari no automobilismo e terá 599 unidades fabricadas

Por Henrique Rodriguez Atualizado em 23 nov 2021, 10h26 - Publicado em 22 nov 2021, 12h09

Um dos grandes feitos da Ferrari no automobilismo foi ter ocupado todos os lugares do pódio nas 24 Horas de Daytona de 1967. É este grande feito ao qual a nova Ferrari Daytona SP3 faz tributo. Exclusivíssima, é baseada na LaFerrari e terá produção limitada.

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Trata-se de mais um carro da série Icona, que também contempla as Monza SP1 e SP2. Na comparação com estes carros, a produção será maior, de 599 unidades. Mesmo assim, todos já estão vendidos por cerca de 2 milhões de euros, ou R$ 12,6 milhões.

Ferrari Daytona SP3
Divulgação/Ferrari

Da LaFerrari, sobra algo do formato da carroceria e, principalmente, o motor V12 de 840 cv. O design foi definido com o objetivo de aumentar o rendimento aerodinâmico, com direito a entradas que permitem canalizar o ar para os lugares certos, mas também remetem aos tempos áureos da Ferrari nas competições. Há referências às Ferrari P3/4, P330 e 412P. Já as tomadas de ar embutidas nas portas são inspiradas na Ferrari 512 S.

Ferrari Daytona SP3
Divulgação/Ferrari

Há uso extensivo de fibra de carbono na carroceria e no monocoque do carro, e seu teto é do tipo targa, removível. As portas que se abrem para cima e para os lados também são bastante peculiares. Já os faróis com cobertura escamoteável, lembra um detalhe dos velhos supercarros de desapareceu nos atuais por questões de segurança.

Ferrari Daytona SP3
Divulgação/Ferrari

A traseira, com lâminas de ponta a ponta também remetem a carros de décadas atrás. Mas a Daytona SP3 tem uma barra de leds que também é iluminada de ponta a ponta. As saídas de escape centrais ficam em posição elevada, acima do que seria, de fato, o para-choque traseiro.

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Ferrari Daytona SP3
Divulgação/Ferrari

Por dentro, tudo se volta para o motorista. A cabine é minimalista e só o condutor tem visão da tela curva de enormes 16 polegadas do quadro de instrumentos e acesso à grande parte dos comandos. O volante é muito parecido com o da LaFerrari, com um manettino e diversos comandos que, de acordo com a Ferrari, dá acesso a 80% das configurações do carro.

Ferrari Daytona SP3
Divulgação/Ferrari

Há detalhes curiosos, como os seletores de marcha com acionadores independentes, a grande quantidade de fibra de carbono exposta e os bancos são fixos e fazem parte da cabine, se integrando no túnel central. Esse design é inspirado nos carros de corrida dos anos 1960 e torna a posição de dirigir mais baixa e reclinada.

Ferrari Daytona SP3
Divulgação/Ferrari

Com 4,69 m de comprimento, 2,05 m de largura, meros 1,14 m de altura e 2,65 m de entre-eixos, a Ferrari Daytona SP3 recorre ao conhecido motor V12 6.5 aspirado, em versão de 840 cv e 71,1 kgfm, combinado com um câmbio F1 de dupla embreagem e 7 marchas.

Ferrari Daytona SP3
Divulgação/Ferrari

Este motor utiliza bielas de titânio, 40% mais leves que as de aço, e o virabrequim também está mais leve. Ainda houve mudanças nos sistemas de admissão e escape, que tornam este o motor de combustão interna mais potente já feito pela Ferrari. A consequência é um tempo de aceleração de 0 a 100 km/h em 2,85 segundos para a Ferrari Daytona SP3, que pesa 1.485 kg.

A velocidade máxima é de 340 km/h. Além disso, chega aos 200 km/h em apenas 7,4 segundos.

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