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Teste: era câmbio automático o que faltava ao Volkswagen Virtus 1.6 MSI

Agora a família está completa: a versão básica do Virtus, com motor 1.6 MSI, ganha a (aguardada) companhia do câmbio automático

Por Péricles Malheiros
21 nov 2018, 15h48 • Atualizado em 25 dez 2018, 11h25
  • VW Virtus
    Visual do Virtus 1.6 é bastante próximo do das versões mais caras (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Lançado em janeiro de 2018, o Virtus chegou tendo como destaque a oferta de espaço, tanto na cabine como no porta-malas, com  volume de 521 litros. O problema era o catálogo de versões.

    A Highline, top de linha, custava R$ 10.800 a mais do que o Polo na mesma versão – hoje, o degrau ainda é alto, de R$ 6.740. E há outra boa notícia: na versão de entrada, 1.6, com câmbio automático, a diferença de preço entre Polo e Virtus é de justos R$ 3.835. É dela que vamos falar aqui.

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    Novo câmbio custa R$ 5.135 a mais que a versão manual (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Em julho, a Volkswagen apresentou a linha 2019 tanto do hatch quanto do sedã e o destaque foi justamente a inclusão do câmbio automático na versão 1.6. Era o que faltava.

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    Diferentemente de Gol, Voyage, Fox e Up!, a dupla Polo e Virtus se livrou de usar o polêmico sistema SQ (100 e 200), com monoembreagem automatizada, letárgica e dona de incômodos trancos durante as trocas de marcha. Em vez delas, a Volks optou pela caixa automática convencional, AQ 160-6F, com conversor de torque e seis marchas.

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    Câmbio automático AQ 160-6F, com conversor de torque e seis marchas , tem opção de troca sequencial apenas pela alavanca (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Com mudanças suaves e rápidas, a nova caixa é fornecida pela japonesa Aisin e tem relações de marcha e de diferencial específicas para aplicação na dupla da Volkswagen.

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    As rodas de liga leve (aro 15) são opcionais (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    A calibração, aliás, tem nítida preocupação com a economia de combustível, tanto que o Virtus 1.6 obteve números de consumo de gasolina (12,4 km/l na cidade e 17,8 km/l na estrada) tão bons quanto os do eficiente Highline 1.0 TSI (12,7 km/l e 17,6 km/l).

    As provas de aceleração (0 a 100 km/h em 13,9 segundos e 0 a 1.000 metros em 34,9 segundos) evidenciam ainda mais a priorização do consumo em detrimento da performance. O Fiat Cronos Precision 1.8 automático, de R$ 69.990, registrou consumo de 12 km/l e 14,2 km/l e acelerou em 11,2 s  e 32,7 s.

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    Ele vai de 0 a 100 km/h em 13,9 segundos (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Ao volante, a tradução do que se viu na pista. No dia a dia da cidade, a falta de fôlego é pouco percebida nas retomadas de velocidade, mas nas acelerações os 16,5/15,8 mkgf de torque do motor 1.6 16V se mostram insuficientes para o corpanzil do Virtus, com seus 4,48 metros de comprimento – para efeito de comparação, um Audi A3 mede 4,46 metros.

    Vendido por R$ 66.525 (o manual sai por R$ 61.390), o Virtus 1.6 automático tem apenas dois pacotes de opcionais. O Safety sai por R$ 1.352 e inclui controles eletrônicos de estabilidade e tração e auxílio de partida em rampa, que mantém o carro parado em ladeiras, facilitando a saída.

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    Nada de borboletas no volante (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Por outros R$ 3.355, leva-se o pacote Interatividade, com retrovisores eletrônicos, rodas de liga leve aro 15, sensor de estacionamento na traseira e multimídia com tela sensível ao toque – de série, vem com retrovisores externos com ajuste manual, rodas de aço com calotas aro 15 e rádio simples (com Bluetooth e entradas USB e para cartão de memória).

    Ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos nas quatro portas com sistema um-toque e travas elétricas completam a lista de itens de série.

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    Bem equipado, mas espartano, o Virtus 1.6 tem pontos fracos no acabamento: o console central tem plástico áspero e os porta-copos (rasos e pequenos) são pouco práticos. Incomodam, mas não o suficiente para ofuscar as virtudes do Virtus.

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