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Hyundai HB20S

Com o hatch escalando postos no ranking de vendas, chega o sedã HB20S. Mais espaçoso, ele quer conquistar novos territórios

Por Péricles Malheiros | foto: Marco de Bari
29 abr 2013, 17h26 • Atualizado em 9 nov 2016, 01h56
  • testes

    Sucesso de vendas, o HB20 já ocupa a terceira posição no ranking de emplacamentos de 2013. A julgar pelo desempenho do hatch, o sedã que acaba de ser lançado com o nome HB20S também tem tudo para se dar bem em nosso mercado.

    Produzido na mesma fábrica em que é feito o hatchback, em Piracicaba (SP), o sedã chega com um porta-malas com volume para 150 litros a mais de bagagem – algo como duas malas médias de viagem. A mudança mais significativa, como não poderia deixar de ser, está na traseira. Em relação ao hatch, a adição do terceiro volume aumentou o

    comprimento total da carroceria em 33 cm, passando de 3,90 para 4,23 metros. Assim, quanto ao porte, o HB20S deve encarar modelos como Grand Siena (4,29 metros), Voyage (4,23 metros) e Etios (4,27 metros). Mas a grande missão do HB20S é encarar o novo Prisma, que também é um recém estreante derivado de um hatch de sucesso.

    A estratégia da chegada do sedã imita a utilizada no hatch. Assim, o HB20S estreia com sete versões: 1.0 Plus e Style (39 495 e 42 675 reais) e 1.6 Plus, Style e Premium (44 995, 48 175 e 50 795 reais). Um câmbio automático de quatro marchas (sem opção de trocas sequenciais) é oferecido para as duas versões mais completas, ao custo de 3 200 reais. Todos os níveis oferecem airbag duplo, direção hidráulica, ar-condicionado, alarme, som e trava e vidros elétricos de série. O pacote Style acrescenta ABS – de série no 1.6 -, rodas de liga leve aro 14, volante com ajuste de altura e profundidade, faróis de neblina e retrovisores elétricos com pisca integrado. Ao Style, o Premium soma rodas aro 15, sensor de estacionamento e alguns itens mais caprichados, como o ar-condicionado com ionizador e filtro de cabine, sistema um toque nos quatro vidros, faróis com acendimento automático, entre outros.

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    Levamos para a pista três HB20S: um 1.0 manual, um 1.6 automático e um 1.6 manual. A dirigibilidade agrada qualquer que seja a versão escolhida, com direção e suspensão com ajuste mais voltado para o conforto. No caso da direção, a falta de “peso” no volante chega a incomodar em altas velocidades, exigindo concentração extra do piloto no sentido de evitar movimentos bruscos, o que poderia levar à perda do controle direcional. Um sistema com progressividade mais presente seria bem-vindo.

    Abaixo do mínimo

    Com portas traseiras semelhantes às do HB20 hatch, as diferenças de design do sedã começam a partir da Coluna C. Além de reduzir o custo de produção, a medida deu ao lançamento uma cabine com as mesmas medidas internas do hatch. Ou seja, o três-volumes oferece espaço para pernas e ombros na média do segmento, mas é um tanto baixo, sobretudo para quem se acomoda no banco traseiro.

    Na traseira, o três-volumes apresenta lanternas bastante parecidas com as do hatch, com peças bipartidas, fixadas no porta-malas e na carroceria, onde invadem a lateral. Um vinco no topo da tampa imprime certo ar de esportividade, uma vez que deposita ali um efeito visual de aerofólio.

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    Assim como o hatch, o HB20S tem no silêncio da cabine um de seus maiores destaques. Em rotação de marcha lenta, os dois 1.6 ficaram abaixo do mínimo mensurável pelo nosso decibelímetro, 34 dBA. O 1.0 não “zerou” a prova, mas foi muito bem, com 34,6 dBA – no mesmo teste, o Prisma 1.0, por exemplo, registrou 43,8 dBA.

    Os motores da família HB20 são modernos. Incorporam a tecnologia flex, mas ainda precisam de um tanquinho de gasolina para garantir a partida em dias frios. O 1.0 é um três-cilindros 12 válvulas de 80/75 cv e o 1.6 um quatro-cilindros com 16 válvulas e comando de válvulas variável e 128/122 cv. Eficientes, ambos se saíram bem no Programa de Etiquetagem: nota A para o 1.0 e B para o 1.6. Bem equipado e com bom nível de equipamentos, o HB20S já está pronto para o duelo.

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