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QR de junho: Menor Custo de Uso 2024, especial performance e mais

Quatro Rodas de junho vai da racionalidade dos carros que menos pesam no bolso dos compradores ao desempenho irracional dos Lamborghini e McLaren

Por Henrique Rodriguez Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 7 jun 2024, 18h08 - Publicado em 7 jun 2024, 18h00

O preço de um carro costuma ser decisivo na compra, mas os outros custos ligados ao uso do carro, como seguro, manutenções e o gasto com combustível, podem mudar completamente o impacto financeiro desta aquisição. Com o Menor Custo de Uso, QUATRO RODAS premia, anualmente, os carros mais baratos de manter à venda no Brasil.

A análise é feita por categorias e levanta os custos de propriedade específicos de cada carro. Em algumas categorias, a desvalorização no primeiro ano, o custo do seguro e os números de consumo (sempre projetando uma rodagem anual de 15.000 km) foram determinantes na definição dos vencedores. Confira todos os premiados aqui.

Quatro Rodas 782
(Arte/Quatro Rodas)

E mais:

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(Arte/Quatro Rodas)
ESPECIAL PERFORMANCE Aceleramos os Lamborghini Sterrato e Ford Ranger Raptor na terra (e no ar!) e ainda levamos o McLaren 720S ao limite

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(Arte/Quatro Rodas)
HATCH ELÉTRICO OU SUV TURBO? GWM Ora 03 e Hyundai Creta 1.0 turbo têm preços equivalentes, mas faz sentido trocar um SUV por um hatch elétrico? Descobrimos que a lógica é bem diferente do que se imagina.

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(Arte/Quatro Rodas)
NOVAS PICAPES Do teste da simplória Saveiro Robust, a picape mais barata do Brasil, às primeiras impressões com a híbrida chinesa BYD Shark, ainda testamos a nova Toyota Hilux SRX Plus.

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(Arte/Quatro Rodas)
NOVA OFENSIVA CHINESA Destrinchamos a estratégia da Omoda & Jaecoo para o Brasil. Marcas irmãs já têm quatro modelos previstos para o Brasil, quer ter um dos motores mais eficientes do mundo convertido em flex e uma fábrica no Brasil para figurar entre as principais marcas do país.

ATENÇÃO

A distribuição às bancas e assinantes de todo o Brasil começou hoje (7/6), mas o prazo de chegada pode variar dependendo da região.

Ferdinand Porsche
(Divulgação/Porsche)

Carta ao leitor: “O último carro a ser produzido no mundo será um esportivo”, Ferdinand Porsche

Não sei o que Ferdinand Porsche pensava quando pronunciou essa frase título desta Carta. Mas penso que ele quis dizer que, vencidos todos os argumentos a favor dos automóveis, a última justificativa que restaria seria o desejo de se dirigir um esportivo. Um tipo de carro que não precisa de prova racional para existir, porque tem a mais poderosa alegação a seu favor, que é o prazer que um esportivo pode proporcionar. E, sendo um argumento sentimental, não pode ser contestado pela razão.

Não que os outros carros não tenham esse atributo. Mas, nos esportivos, as emoções são maiores, indescritíveis, no mais das vezes.

Sempre me lembro dessa frase do Porsche quando vejo marcas como a McLaren anunciarem seus últimos carros a combustão, como o McLaren 750S, mostrado no Especial Perfor-mance, na página 43, avaliado pelo colaborador Joaquim Oliveira, no circuito do Estoril, em Portugal.

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A aposentadoria dos motores a combustão não significa o fim dos tempos, porém. Os novos esportivos elétricos estão aí, com centenas de cavalos, para provar. E se quando vencidos todos os desafios ambientais e energéticos, alguém alegar que não há mais espaço para os carros nas ruas, restarão os autódromos e as pistas particulares para receber os esportivos.

Talvez o Porsche, visionário que era, prenunciasse o dia em que as cidades estariam tão congestionadas de modo que as pessoas só conseguissem se deslocar usando meios de transporte coletivos.

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Mas, voltando ao presente, onde os automóveis ainda são a melhor invenção para se ir do ponto A ao ponto B, esta edição traz também o prêmio bem pé no chão que é o Menor Custo de Uso, que leva em consideração um aspecto bem real dos veículos, no uso diário. É a hora da verdade, na qual deixam-se as emoções de lado por um tempo para saber quais os modelos do mercado pesam menos no orçamento. Este ano, o Menor Custo de Uso passou a incluir nos cálculos a depreciação dos carros, como um preço a se pagar pela propriedade do veículo no primeiro ano. Essa variável foi determinante em alguns dos casos analisados, como mostra a reportagem que começa na página 34 e ficou a cargo do repórter Eduardo Passos.

Além desse olhar mais profundo, ampliamos também as categorias contempladas, incluindo os híbridos e os elétricos. Nosso objetivo é entregar sempre a melhor informação, estando atentos aos leitores e ao mercado. Porque mesmo quem tem um esportivo que custa muitos milhares de reais na garagem deve prestar atenção às despesas de seu carro de uso no dia a dia.

Boa leitura.

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