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Novo Renault Captur ganha motor 1.3 turbo esquecido pelo Duster no Brasil

Apresentado na Rússia, o SUV antecipa as novidades e mudanças que chegarão ao nosso mercado em 2021

Por Gabriel Aguiar - Atualizado em 25 Maio 2020, 04h58 - Publicado em 25 Maio 2020, 07h00
Principais diferenças na dianteira são os faróis full-led e a grade Divulgação/Renault

O novo Renault Captur só deverá chegar ao mercado brasileiro em 2021. Mas nem precisa ficar ansioso para conhecer o modelo – até porque há poucas mudanças: o SUV já foi atualizado na Rússia e o adianta visual (e o motor 1.3 turbo) que nós teremos por aqui.

Não. Não erramos as fotos. Em relação ao modelo vendido aqui atualmente, mudam apenas os faróis com iluminação por led, as rodas redesenhadas e a grade inspirada na versão europeia. Se por fora segue quase tudo igual, na cabine há melhorias importantes.

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Ainda não dá para cravar se todas as novidades do SUV russo – chamado Kaptur – chegarão ao nosso país. Fato é que a Renault decidiu melhorar a ergonomia do SUV por lá, com comandos realocados no console e coluna de direção com ajuste de profundidade.

Traseira se manteve igual à do modelo vendido atualmente Divulgação/Renault

Do carro vendido no Velho Continente também veio a inspiração do volante (que é sutilmente diferente) e do novo nicho para alavanca de câmbio. Ainda há novos detalhes de acabamento e central multimídia atualizada com tela sensível ao toque de 8 polegadas.

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Interior teve ergonomia e acabamento melhorados Divulgação/Renault

A lista de equipamentos também está mais recheada, ao menos para os russos, com câmeras de 360°, sensor de ponto cego e duas novas portas USB para a segunda fileira. Só não espere por piloto automático adaptativo e frenagem de emergência do europeu.

Direção eletro-hidráulica finalmente será aposentada em favor da elétrica Divulgação/Renault

Já o conjunto mecânico merece parágrafo à parte: desenvolvido em conjunto com a Mercedes-Benz, o propulsor rende 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque no Kaptur. Atualmente, o 2.0 16V flex utilizado pelo modelo brasileiro entrega até 148 cv e 20,9 kgfm.

Central multimídia agora terá tela sensível ao toque com oito polegadas Divulgação/Renault

Com direito a sobrealimentação, injeção direta de combustível e comando de válvulas variável, o novo 1.3 Energy TCe deverá chegar aos 170 cv e superar os 27 kgfm quando abastecido com etanol – e, como dissemos, essa adaptação inviabilizou a estreia no Duster.

 

E não é só o motor que muda: o veterano câmbio automático de quatro marchas finalmente será aposentado para dar lugar à transmissão continuamente variável CVT. E há até chances de receber uma configuração com tração nas quatro rodas, como há na Rússia.

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Fernando Pires/Quatro Rodas
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