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Flagra: novo Peugeot 208 mostra as garras sem camuflagem na Argentina

Segunda geração do compacto terá produção iniciada em breve no país vizinho, e chega ao Brasil com missão de recuperar vendas e prestígio da marca

Por Leonardo Felix - Atualizado em 16 dez 2019, 14h20 - Publicado em 16 dez 2019, 11h06
Flagra do novo 208 sem camuflagem na Argentina Autoblog Argentina/Internet

Ele já está confirmado e até já foi registrado em nosso instituto de propriedade industrial. Agora é apenas uma questão de tempo para que a segunda geração do Peugeot 208 seja efetivamente lançada no Brasil.

Pela frequência com que protótipos do novo hatch compacto têm sido flagrados por aqui e também na Argentina, onde será produzido, a chegada ocorrerá muito em breve.

Nossas previsões indicam o primeiro semestre de 2020, muito provavelmente entre março e abril.

Traseira traz traços bem arredondados e lanternas integradas por uma régua em preto brilhante Autoblog Argentina/Internet

Os colegas da Autoblog Argentina, inclusive, já flagraram o novo 208 rodando por lá sem nenhum tipo de camuflagem, comprovando que o visual do modelo sul-americano será mesmo praticamente idêntico ao do europeu.

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O protótipo fotografado possui elementos da versão mais básica, como conjunto óptico dianteiro biparábola halógeno, ausência de led nos “dentes” que cortam o para-choque verticalmente a partir dos faróis, rodas de aço com calota e lanternas traseiras simplificadas.

Versão flagrada é mais simples, usando motor 1.2 aspirado: tem rodas de aço e faróis halógenos Autoblog Argentina/Internet

Conforme também já patenteado no INPI, porém, as versões de topo devem trazer faróis e lanternas com guias de led, além de rodas em liga de alumínio.

Uma diferença aparente entre esse protótipo argentino e o novo 208 europeu está no vão livre do solo.

Repare como as caixas de roda do 208 europeu ficam mais próximas aos pneus Divulgação/Peugeot

Observe como, no caso do modelo sul-americano, os pneus ficam alguns cm mais distantes dos para-lamas, indicando suspensões calibradas para lidar melhor com os pisos mais irregulares do Brasil.

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Os motores devem ser o 1.2 PureTech três-cilindros naturalmente aspirado flex, de 90 cv e aliado sempre a câmbio manual, ou o 1.2 PureTech turbo, também tricilindro e flexível, com potência estimada em 130 cv com combustível vegetal.

E aqui duas expectativas:

A primeira, que o aparente desalinhamento do capô em relação aos para-lamas dianteiros seja uma característica apenas do protótipo, e não do carro de produção.

A segunda, que as versões de topo preservem o quadro de instrumentos holográfico do 208 europeu.

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