Fiat 500L vai mal em crash-test nos EUA

Monovolume teve resultados ruins em impacto diagonal

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O Fiat 500L foi a grande decepção da nova rodada de testes de impacto realizada com veículos compactos pelo IIHS, instituto responsável pela segurança viária nos Estados Unidos.

O monovolume derivado do Fiat 500 obteve a nota mais baixa nos quesitos “Estrutura” e “Geral”. O principal teste realizado pelo IIHS é o de impacto diagonal, no qual a parte diagonal esquerda do veículo (justamente o lado do motorista) é colidida contra uma barreira rígida a 64 km/h, que simula um obstáculo como uma árvore ou um pequeno poste. As imagens mostram a destruição das colunas dianteiras, e nem o fato de os airbags frontais e do tipo cortina terem sido inflados conseguiu “salvar” o dummy (nome dado ao boneco de testes), que acaba se chocando contra a coluna “A”. Na vida real, isso causaria ferimentos fatais.

Veja abaixo o vídeo do teste feito com o Fiat 500L:

Dos 12 veículos avaliados, aliás, seis deles receberam o selo “Top Safety Pick”, atestando a segurança dos modelos. Destes, Chevrolet Volt e Mini Cooper Countryman chamaram mais atenção. Segundo o IIHS, o habitáculo do Volt se manteve íntegro (especialmente no lado do condutor), oferecendo baixos riscos de ferimentos aos ocupantes. Esta condição é relativamente difícil de acontecer, considerando que os veículos elétricos “sofrem” nos crash-tests por conta do elevado peso das baterias prejudicar a absorção de impacto. Foi o que aconteceu com seu rival direto, o Nissan Leaf, cujas notas não foram boas.

Já o Mini Countryman recebeu notas altas do IIHS. Lançado em 2011, o crossover derivado do antigo Mini Cooper foi o único veículo avaliado a receber nota máxima geral. Somente no quesito “Estrutura” o carro teve nota “Média”: em todos os outros critérios o carro recebeu a melhor nota.

“O Mini Cooper Countryman teve um desempenho elogiável. A célula de proteção do veículo suportou bem o veículo e o trabalho conjunto dos cintos de segurança com os airbags contribuiu para controlar os movimentos dos dummies durante o impacto. Além disso, nossas avaliações indicaram que os ocupantes têm risco baixo de sofrer ferimentos em caso de impacto”, afirmou o vice-presidente sênior de pesquisas do IIHS, Joe Nolan.

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