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Chevrolet Tracker 1.0 turbo vs 1.2 turbo: qual anda mais e bebe menos?

Comparamos as marcas obtidas pelo propulsor 1.0 turbo, já usado pela família Onix, com o até então inédito 1.2 turbo. Qual tem o melhor custo benefício?

Por Daniel Telles Atualizado em 2 ago 2020, 22h45 - Publicado em 4 ago 2020, 07h00
Versão topo de linha Premier tem desempenho melhor, mas perde no consumo Christian Castanho/Quatro Rodas

O novo Chevrolet Tracker encerrou o primeiro semestre deste ano com 11.235 unidades vendidas. É número que pode ser considerado bom, já que o SUV foi lançado em meados de março, às vésperas da epidemia de Covid-19 se alastrar pelo Brasil.

O modelo chegou com duas opções de motorização: 1.0 turbo de 116 cv, herdado da família Onix e o inédito 1.2 turbo de 132 cv.

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Mas, como nós bem contamos, os dois motores são extremamente parecidos e compartilham grande parte dos seus componentes. Daí vem a questão: qual dos dois rende melhor no SUV compacto?

Tracker 1.0 Turbo em versão para PCD Fernando Pires/Quatro Rodas

Como era de se esperar, o Tracker 1.0 turbo tem números melhores no consumo, mas o 1.2 turbo surpreende por não ficar tão atrás.

 

Enquanto o 1.0 marca 11,7 km/l na cidade e 14,5 km/l no trecho rodoviário, o 1.2 turbo faz 11,3 km/l no trecho urbano e 13,8 km/l no rodoviário.

 

Entretanto, quando o assunto é desempenho, o motor exclusivo do Tracker se sai melhor: o 1.2 turbo precisa de parcos 10,1 segundos para atingir os 100 km/h. Já a equipada com o propulsor 1.0 turbo demanda 11,8 segundos.

SUV compacto tem faróis estreitos que com elementos internos que prolongam a grade Christian Castanho/Quatro Rodas

O tempo da arrancada até os 100 km/h – 1,7 segundo menor na versão 1.2 – parece indicar um desempenho muito superior para a configuração topo de linha, entretanto, os tempos de retomada quase idênticos mostram que, na verdade, as duas mecânicas entregam desempenho próximo.

A maior vantagem das versões 1.2 está mesmo no pacote de equipamentos.

 

O propulsor menos potente equipa três versões: a primeira, para o público PcD, sai por R$ 70.000; a segunda, sem nome, é a única com câmbio manual de seis marchas, e custa R$ 87.490, já a mais completa, LT com câmbio automático, tem etiqueta fixada em R$ 95.980.

Versão para PcD vem sem guias de led nas lanternas traseiras Fernando Pires/Quatro Rodas

Da mesma forma, o Tracker com o novo motor turbo de 1,2 litros também é dividido em três configurações, todas com câmbio automático: a de entrada, sem nome, sai por R$ 96.390; a intermediária, LTZ, por R$ 106.490 e a topo de linha, Premier, é vendida a R$ 119.490.

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Um levantamento mostrou que em abril, primeiro mês cheio do carro no mercado, as versões mais caras (LTZ e Premier) concentraram 80% das vendas do Tracker.

  • Confira na tabela abaixo os dados de desempenho e consumo das versões:

    Chevrolet Tracker 1.0 turbo Chevrolet Tracker 1.2 turbo
     

    Consumo

     

    Urbano: 11,7 km/l

    Rodoviário: 14,5 km/l

     

    Urbano: 11,3 km/l

    Rodoviário: 13,8 km/l

    0 a 100 km/h 11,8 segundos 10,1 segundos
     

    Retomadas

     

    40 a 80 km/h: 4,93 s

    60 a 100 km/h: 5,72 s

    80 a 120 km/h: 6,97 s

     

    40 a 80 km/h: 4,47 s

    60 a 100 km/h: 5,72 s

    80 a 120 km/h: 6,97 s

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    Arte/Quatro Rodas
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