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Após fracasso em fusão com a Honda, a Nissan pode substituir seu CEO

Passando por muitos problemas financeiros, a montadora planeja uma mudança de CEO para tentar voltar aos trilhos

Por Lucas Parente 3 mar 2025, 09h01 •
Nissan Honda
 (Divulgação/Nissan)
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  • Após fracasso na fusão com a Honda, começaram a surgir diversos rumores sobre uma possível substituição de CEO dentro da Nissan.

    Já nesta semana, um novo relatório divulgado pela Bloomberg aponta que os diretores da empresa estão de fato procurando candidatos para substituir Makoto Uchida, que está no cargo desde de 2019.

    O relatório foi publicado ontem (27), diz que os executivos da montadora japonesa querem alterar a formação de liderança da empresa, incluindo uma simplificação na estrutura de gestão. Supostamente, a Nissan anunciará a mudança em 12 de março.

    O contrato de Uchida tem validade com a Nissan até 2026, e ele já afirmou anteriormente para repórteres que deixaria o cargo caso fosse solicitado. O CEO também disse que queria endireitar as coisas antes de sair, mas, após a falha na fusão e a montanha de problemas que a Nissan se enfiou, dificilmente ele conseguirá realizar este feito.

    Nissan Versa SR
    (Fernando Pires/Quatro Rodas)
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    A tradicional montadora japonesa está se preparando para um prejuízo de US$ 534 milhões no final deste mês, depois que o atual CEO revelou um plano de recuperação que não se materializou no ano passado.

    A dificuldade financeira da Nissan começou a ganhar destaque no meio automotivo no segundo semestre do ano passado. Nos Estados Unidos, por exemplo, os sinais apareceram quando a montadora pediu às concessionárias para venderam os carros até mesmo com prejuízo. Ou seja, o importante era vender o carro, não importava a que custo.

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    Em novembro, as coisas ficaram ainda piores. A empresa anunciou que demitiria 9.000 funcionários, venderia parte de sua participação na Mitsubishi e reduziria a capacidade de produção global de seus carros.

    Nissan Kicks
    (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Alguns executivos da Nissan chegaram a afirmar ainda em novembro que a montadora tinha de 12 a 14 meses para voltar aos trilhos e sobreviver a esta enorme crise. E já se passaram três meses e a situação parece a mesma.

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    Agora, depois do fracasso na fusão com a Honda, a Nissan mantém aberta a procura por parceiros comerciais para suprir as suas dificuldades. Segundo Uchida, será “difícil sobreviver sem se apoiar em parceria futuras”. A fabricante de eletrônicos Taiwanesa Foxconn está interessada em fazer parceria com a Nissan, mas não se tem muita informação sobre esta possível fusão.

    Apesar disso, há ainda alguma chance da fusão com a Honda ir para frente, mas ela é bem escassa.

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