Suzuki e-Sky é compacto elétrico menor que Kwid e com bateria da BYD
Com 64 cv e bateria de 26 kWh de capacidade, o Suzuki e-Sky tem autonomia de até 310 km (WLTC)
O Suzuki e-Sky foi revelado para o mercado japonês e registra a entrada da marca no segmento de kei cars elétricos. Com preço inicial de 2,12 milhões de ienes (R$ 67.109, em conversão direta), o modelo pode chegar aos 1,55 milhão (R$ 48.933) com subsídio do governo japonês, o que torna o carro ultracompacto um dos mais baratos daquele país.
O sistema de tração é proprietário, chamado de e-Axle, com tração dianteira. O carro se movimenta por meio de um motor elétrico de 64 cv e 13,5 kgfm alimentado por baterias de fosfato de ferro-lítio da BYD, com 26 kWh de capacidade. A autonomia é de 310 quilômetros no ciclo WLTC.
Em comparação, o kei car BYD Racco de nível básico tem uma bateria LFP de 22,4 kWh, que oferece uma autonomia de 210 km (WLTC), enquanto as configurações superiores tem uma bateria LFP de 35,84 kWh e uma autonomia de 320 km (WLTC).
Menor que um Renault Kwid (3,68 m), o Suzuki e-Sky mede 3,39 m de comprimento, 1,47 m de largura, 1,62 m de altura e distância entre-eixos de 2,46 m. O BYD Racco tem os mesmos 3,39 m de comprimento e 1,47 m de largura, mas difere quanto aos seus 1,80 m de altura e 2,52 m de distância entre os eixos.
Por dentro, o quadro de instrumentos e a central multimídia dividem uma mesma peça, sendo que para o entretenimento o carro tem uma tela HD de 10,1 polegadas com conectividade com smartphone via Bluetooth. Há entrada USB do tipo C, microfone para chamadas viva-voz e alto-falantes (2 traseiros, 2 tweeters dianteiros). Há câmeras de monitoramento frontal, lateral e traseiro.
A Suzuki oferece três versões do e-Sky. A opção de entrada é projetada principalmente para empresas e montado sob encomenda. Segundo a Suzuki, esta opção não inclui recursos como carregamento rápido para manter os custos baixos. A marca espera um volume de vendas mensal de 1.000 unidades, considerando as três versões.





