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Longa Duração: Compass é sucesso na primeira parada na rede

Alinhamento, rodízio e balanceamento foram feitos dentro do padrão e ruído interno eliminado

Por Péricles Malheiros Atualizado em 2 abr 2018, 16h30 - Publicado em 8 jan 2018, 16h42
Compass, no Morro da Capelinha, em Planaltina (DF)
Compass no Morro da Capelinha, em Planaltina (DF) Péricles Malheiros/Quatro Rodas

Com revisões previstas a cada 20.000 km e recomendação de alinhamento de direção, balanceamento e rodízio de rodas a cada 10.000 km, o Compass fez sua primeira passagem pela rede Jeep. A concessionária escolhida foi a Sinal Alphaville, de Barueri (SP).

Ao deixarmos o SUV para o balanceamento, pedimos uma solução para dois pontos negativos indicados pelos usuários de maneira recorrente: ruído no interior da coluna B esquerda e lampejo involuntário do farol alto ao acionar a seta.

Após três dias em serviço, veio a autorização de retirada. “Já tínhamos histórico de outros Compass com o mesmo barulho na coluna B. Desmontamos os acabamentos plásticos, reapertamos os componentes internos e o ruído sumiu”, disse o técnico.

Quanto ao acionamento involuntário do farol alto, as notícias não foram tão boas: “Um outro cliente reclamou da mesma característica, mas o seu carro está normal”. Mal sabe o técnico que cinco motoristas reportaram ter lampejado o farol sem querer, ao ativar a seta para mudar de faixa.

Mesmo com a poeira fina e lama o 4×4 funcionou bem Ulisses Calvacante/Quatro Rodas

Como é de praxe, o carro saiu da autorizada diretamente para a Fukuda Motorcenter, onde o nosso consultor, Fabio Fukuda, fez a conferência dos serviços prestados pela Sinal.

“O rodízio estava errado e o ruído na coluna B parece ter desaparecido. Mas, como soltou uma vez, pode acontecer novamente. É o tipo de reparo que só poderá ser avaliado depois de rodar um tempo”, disse o técnico.

O tempo passou (20 dias) e, felizmente, nada de o ruído voltar. Quem garante é o editor Péricles Malheiros, que ficou com o Compass após o reparo por duas semanas. Mais do que comprovar o fim do barulho, Péricles voltou de Brasília (DF), para onde foi viajar, com uma análise completa.

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  • “Rodei de dia e de noite, com temperaturas entre 14 e 32°C, com chuva e sol forte, no asfalto e na terra, em 4×2 e 4×4”, conta o editor. O trecho fora do asfalto foi encarado em virtude da reconstrução de parte da rodovia GO 436, em Cristalina (GO).

    “Na ida, foram 7 quilômetros de buracos e uma poeira fina como talco. Na volta, porém, a chuva transformou tudo num grande lamaçal. O 4×4 funcionou bem, mantendo o SUV o tempo todo seguro e sob controle.

    Depois, já no asfalto, estranhei quando o painel sofreu um apagão repentino, voltando ao normal depois de três ou quatro segundos.

    Busquei por alguma mensagem de erro armazenada no computador de bordo, mas não encontrei nenhum registro. Dinamicamente, me surpreendeu o nível de estabilidade nas curvas e o bom desempenho dos pneus na chuva. O acionamento da seta continua crítico, levando a lampejos do farol alto.”

    Jeep Compass –  11.341 km

    Consumo

    • No mês: 11,3 km/l com 45,8% de rodagem na cidade
    • Desde out/17: 11,8 km/l com 23,7% de rodagem na cidade
    • Combustível: diesel S-10

    Gastos no mês

    • Combustível: R$ 774

    Ficha técnica

    • Versão: Longitude 2.0 16V turbodiesel
    • Motor: 4 cilindros, dianteiro, transv., 1.956 cm³, 16V, 170 cv a 3.750 rpm, 35,7 mkgf a 1.750 rpm
    • Câmbio: automático, 9 marchas, 4×4
    • Combustível: diesel
    • Seguro (perfil QUATRO RODAS): R$ 9.969
    • Revisões (até 60.000 Km): R$ 3.900
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