A XRE 300 lacrou a tumba da XR 250 Tornado, que era uma trail de verdade (uso 50% estrada e 50% for a dela). Já a XRE é cerca de 70% para o asfalto. A nova Honda causou impacto pelo pacote visual.
O para-lama dianteiro fixo em conjunto com o farol foi a grande inovação. O tanque vulcão, os appliqués plásticos e as aletas deixaram a XRE 300 com porte avantajado e imponente. O banco, macio e largo, convida a jornadas longas. O motor de 291,6 cc, quatro válvulas e comando duplo rende 26,1 cv a 7 500 rpm e 2,81 mkgf a 6 000 rpm. O câmbio de cinco marchas tem engates fáceis e precisos, embora pudesse ter uma sexta para rodar em estradas, como a Tornado tinha.
As suspensões têm bom curso – 120 mm na dianteira e 225 mm na traseira. A roda dianteira de 21 polegadas ajuda na buraqueira da cidade. Na terra, o para-lama dianteiro instalado rente ao pneu não permite rodar no barro. O sistema de freios é bom, e pode vir com ABS combinado.
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