Top ten: os carros de corrida mais estranhos

Para conseguir vencer uma temporada, os projetistas já bolaram cada carro...

Santos Dumont das pistas

 (Divulgação/Divulgação)

Na temporada da Fórmula 2 de 1968, a Brabham buscou várias soluções para aumentar a aderência do BT23C nas curvas. Como a adição deste aerofólio, que lembrava as asas do 14-Bis, logo ignorado por deixar o carro pesado demais.

Teto próprio

 (Divulgação/Divulgação)

A Lotus ficou famosa pelo pioneirismo nos testes de aerodinâmica na F-1, como este 49B de 1969, de duas asas, cada uma fixada numa suspensão. Um ano antes, já usara uma enorme asa elevada no eixo traseiro.

Prêmio de bandeja

 (Divulgação/Divulgação)

O spoiler dianteiro do March 711 originou o apelido Bandeja de Chá, mas a esquisitice tinha explicação: dissipar o ar para cima, rompendo a barreira de ar. Foi o que ajudou Ronnie Peterson a ser vice da F-1 em 1971.

Chá das cinco

 (Divulgação/Divulgação)

O que está no alto deste Ligier JS5 não é um grande santantônio, e sim uma entrada de ar que resfriava o V12 3.0. Projetado em 1976, o estranho sistema de refrigeração acabou lhe rendendo a nome de Bule de Chá.

Visão centrista

 (Divulgação/Divulgação)

O Eifelland Type 21 só competiu em 1972, pois a entrada de ar do motor e o retrovisor no centro não se mostraram práticos. Para piorar, com tanta lataria, ele superaquecia demais e precisou passar por mudanças.

Alvo fácil

 (Arquivo/Divulgação)

Criado para a temporada de 2001, o Arrows A22 correu apenas nos treinos do GP de Mônaco. A bizarra asa dianteira ajudava o bico a grudar no chão, mas prejudicava a visibilidade e acabou sendo vetada pela FIA.

Centopeia veloz

 (Divulgação/Divulgação)

O Tyrrell P34 (1976-77) foi o único F-1 com seis rodas. A ideia de reduzir a área frontal com pneus menores e melhorar a aerodinâmica deu resultado, mas revelou ser complexo e de difícil manutenção.

Fica frio!

 (Divulgação/Divulgação)

O Ensign N179 só correu uma vez na F-1. Com três radiadores para resfriar o V8 Ford-Corworth de 3 litros, sua dianteira lembrava uma escada, e ele logo deu lugar a um modelo mais eficiente – e de design bem tradicional.

Pá de Cal

 (Divulgação/Divulgação)

A Ferrari 312 B3 foi criada no fim de 1972, mas nunca passou dos testes. Seu design estranho fez com que a imprensa italiana a apelidasse de Spazzaneve (Pá de Neve), o que por fim acabou derrubando o projetista.

Falta de visão

 (Divulgação/Divulgação)

O BMW F1.06, de 2006, trazia duas hastes na dianteira e traseira, para melhorar o fluxo de ar. Usadas só no GP da França, foram banidas pela FIA, que alegava que poderiam atrapalhar a visão dos demais pilotos.

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