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Segredo: Toyota terá híbrido flex no Brasil

A marca está finalizando um protótipo do primeiro híbrido bicombustível do mundo, que poderá equipar o Prius ou o próximo Corolla, fabricados no Brasil

Por Paulo Campo Grande - Atualizado em 9 jan 2018, 17h26 - Publicado em 6 dez 2017, 15h23
Mecânica híbrida do Toyota Prius
Motor a combustão da mecânica híbrida poderá rodar com gasolina ou etanol divulgação/Toyota

A Toyota está trabalhando no desenvolvimento do que pode vir a ser o primeiro híbrido flex do mundo – um motor a combustão bicombustível e outro elétrico.

Há a possibilidade de a marca japonesa ter que disputar a primazia com outras fábricas, como Ford e BMW, que também vendem híbridos no país (a BMW foi a primeira a oferecer um automóvel com motor turbo flex). Mas, até agora, não há notícia das rivais nesse sentido, ao contrário da Toyota, que neste momento finaliza um protótipo que começa a rodar em testes de campo em breve.

Segundo uma fonte, o cronograma prevê que a nova tecnologia esteja pronta a tempo de equipar um modelo que estreará em 2019. O que essa fonte (e outras consultadas) não sabe dizer é se esse carro será o Prius, o híbrido mais vendido da marca, ou o novo Corolla, com lançamento no Brasil previsto para essa época.

Divulgação/Toyota

A favor do Prius há a evolução do carro no ranking de vendas da Toyota. O Prius saiu da média de 4,5 unidades/mês em 2016 para 200 unidades/mês em 2017. Lançada no Brasil em meados de 2016, a atual geração do Prius (a quarta), fechou esse ano com 486 unidades vendidas. E até o final de outubro deste ano o modelo já contabilizava 2.079 unidades.

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Mas o Corolla entra na disputa por conta da determinação da Toyota de produzir veículos cada vez menos poluentes. Seja lá que carro for, ele será híbrido e flex, diz a fonte.

Prius já vendeu quase 4 milhões de carros
Vendas do Prius no Brasil tiveram um salto em 2017 Toyota/Divulgação

Prius e Corolla são derivados da mesma plataforma TNGA (que estará em cerca de metade de todos os Toyota até 2020). E ambos se beneficiariam das isenções fiscais que já existem hoje para os modelos híbridos e ainda podem ser ampliadas dentro do futuro conjunto de regras do governo para a indústria, conhecido como Rota 2030.

Que venham os híbridos!

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