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Os desafios da publicidade

"Há 20 anos, em Cannes, ficavam uns 600 na sala de anúncios de carros. hoje, ficam poucos"

Por Redação
19 nov 2014, 23h42 • Atualizado em 9 nov 2016, 14h10
  • revista

    Alexandre Gama: CEO da Neogama/BBH e Chief Creative Officer do Grupo BBH

    Mario D´Andrea: presidente e Chief Creative Officer da Dentsu

    Os tempos mudaram para quem trabalha com publicidade automotiva. Dirigir nas grandes cidades está cada vez menos divertido e os jovens não sonham avidamente em ter um carro ao fazer 18 anos, como era no passado. A adaptação aos dias de hoje foi o tema do painel com Alexandre Gama, CEO da Neogama/BBH, e Mario D’Andrea, presidente da Dentsu, mediado por Alexandre Caldini, presidente da Editora Abril. “Desde que entrei no mercado, convivo com a palavra crise”, disse Gama. D’Andrea também fala com tranquilidade do momento e dá a dica: “Quem constrói marca acumula gordura para a era de crise. Dessa forma, navega-se melhor por ela”.

    Os publicitários ressaltaram a importância de resgatar a paixão pelo automóvel, criar uma relação baseada no desejo. Gama confia que o segredo para chegar lá “é descobrir o que o consumidor quer, não o que ele diz que quer”. O publicitário respeita as clínicas com clientes, mas alerta para o fato de que “há muitas outras coisas envolvidas nas respostas. Não se deve confiar na literalidade delas.” D’Andrea pensa do mesmo jeito: “O princípio é tirar do consumidor o que ele não fala”.

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    Uma das dificuldades de hoje é que os jovens “se encontram” pelas redes sociais, sem necessidade de locomoção. Isso reduziu a importância do automóvel. Assim, os novos tempos exigem novas atitudes. Mas, com o mercado em crise, as ações de publicidade tendem a se concentrar no varejo e não na construção da marca, e isso envolve riscos. “Carro é realização de um sonho e, na disputa de varejo, perde-se isso”, concorda o presidente da Dentsu.

    Ficou claro ainda que o setor deve ficar cada vez melhor para o SUV. D’Andrea destaca a sensação de segurança proporcionada pelo seu porte. Gama, para a facilidade de andar sobre piso ruim: “Quanto piores os caminhos, melhor a aceitação dos SUVs”.

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