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Isenção do IPI fez vendas de carros 1.0 subirem 13% em julho

Programa Carro Sustentável ajudou a movimentar um pouco mais as concessionárias com redução nos preços para cinco modelos

Por Nicolas Tavares
4 ago 2025, 11h30 •
Programa Carro Sustentável
 (André Neiva/MDIC)
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  • Sancionado há menos de um mês, o Programa Carro Sustentável, do governo federal, estabeleceu regras para a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os automóveis brasileiros. O governo federal já considera a iniciativa um sucesso, afirmando que as vendas de carros 1.0 crescer 13% em relação a junho e 11,35% quando comparado com julho de 2024.

    Este resultado foi apresentado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, no último sábado (2).

    É uma prévia da apresentação mensal dos números de emplacamentos normalmente divulgado pela Fenabrave – todos os dados para julho devem ser revelados ainda esta semana.

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    Alckmin comemorou o resultado do primeiro mês do programa e agradeceu às fabricantes por terem ajudado com um desconto extra além da redução do preço causada pela isenção do IPI.

    Argo Onix hb20
    (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Como exemplo, o MDIC conta que Alckmin visitou uma concessionária da Fiat e a loja em questão disse que as vendas do Argo foram de uma média de 40 para 76 unidades, enquanto o Mobi saltou de 25 para 40 veículos comercializados.

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    O que é o programa Carro Sustentável?

    Criado pelo Governo Federal e em vigor a partir de 11 de julho, trata-se de um programa de incentivo ao consumo de veículos sustentáveis, seguros e acessíveis. Para que um carro tenha isenção total de IPI, precisa atender aos seguintes critérios:

    • Emissão máxima de CO²·: até 83 g/km (do poço à roda);
    • Pelo menos 80% da massa total do veículo composta por materiais recicláveis;
    • Produção nacional obrigatória com etapas de soldagem, pintura, montagem final, motor nacional ou importado do Mercosul;
    • Ser classificado como carro compacto.
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    De acordo com o Governo, espera-se que as reduções ou isenções sejam integralmente repassadas ao consumidor final – seja pessoa física ou jurídica. A compensação para a queda na arrecadação será feita para os modelos que não atenderem às normas, e pagarão mais IPI por isso. O decreto terá validade até dezembro de 2026.

    Para os demais carros, o governo prepara um novo sistema de cálculo do IPI, que entrará em vigor em 90 dias e que, pela estimativa do MDIC, reduzirá o IPI de 60% dos veículos vendidos no Brasil. A alíquota base passa a ser de 6,3% para carros de passeio e 39% para comerciais leves e, a partir daí, poderá aumentar ou diminuir conforme critérios predefinidos.

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