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Ghosn acaba com cargo de ”número 2” na Nissan

Fracos resultados motivaram decisão

Por Vitor Matsubara
1 nov 2013, 17h36 • Atualizado em 9 nov 2016, 12h50
  • mercado

    O CEO da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, extinguiu o cargo de “número dois” da Nissan, como forma de tentar reorganizar o comando da marca japonesa após os resultados financeiros decepcionantes obtidos recentemente.

    O agora ex-número dois da Nissan, Toshiyuki Shiga, vira ser vice-presidente do conselho de administração e suas funções atuais serão divididas entre três profissionais. Hiroto Saikawa, atual diretor de competitividade, comandará as operações na China; Andy Palmer, novo diretor de planejamento, cuidará da linha de veículos com emissão zero de poluentes; e Trevor Mann será diretor de performance e responsável tanto pela Datsun, marca de baixo custo recém-lançada pela Nissan, quanto pela divisão de veículos comerciais.

    As mudanças na Nissan acontecem meses depois da Renault reestruturar seu comando após a saída do vice-presidente operacional Carlos Tavares. Então homem mais poderoso abaixo de Ghosn, o português se desligou da empresa alegando falta de oportunidade para crescimento profissional. No começo de setembro, a Renault designou dois diretores adjuntos para assumir as funções de Tavares.

    “Estamos substituindo uma pessoa por duas para concentrar nossa atenção em nossas prioridades”, alegou Ghosn, que disse que “a direção da Nissan precisa ser rejuvenescida”. “O fato de não precisarmos mais de um número dois mostra que estamos mais maduros em termos de gestão, isso se aplica tanto a Renault como a Nissan”, afirmou.

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    Perguntado sobre quando deixará a Nissan, Ghosn deu sinais de que não pretende abandonar o cargo tão cedo. “Haverá um momento em que serei substituído, mas esta decisão cabe aos proprietários da empresa”, declarou o CEO, sorrindo.

    Os anúncios aconteceram justamente no dia da apresentação dos resultados financeiros. Para o ano fiscal de 1º de abril de 2013 a 31 de março de 2014, a Nissan diminuiu em 15% a previsão de lucro líquido, a 355 bilhões de ienes (2,73 bilhões de euros). A montadora vendeu 5,2 milhões de veículos durante o ano, contra 5,3 milhões no ano fiscal anterior. Os fracos números na Europa influenciaram negativamente no resultado.

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