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Gasolina, etanol e diesel ficarão mais caros em fevereiro por causa do ICMS

Aumento de preço segue o aumento do ICMS, mas o diesel pode ficar ainda mais caro para diminuir a defasagem em relação ao seu preço internacional

Por João Vitor Ferreira
29 jan 2025, 17h00 • Atualizado em 29 jan 2025, 17h03
gasolina aditivada
Os benefícios são os mesmos nos motores de injeção direta ou indireta (Acervo/Quatro Rodas)
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  • Os combustíveis ficarão mais caros neste começo de ano. A partir do dia 1º de fevereiro (sábado), a gasolina, etanol e o diesel terão seus preços reajustados devido ao aumento no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

    Esse aumento já estava definido desde outubro do ano passado pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária). A gasolina e o etanol terão aumento de R$ 0,10 no preço praticado nas refinarias, enquanto o diesel ficará R$ 0,06 mais caro.

    Na prática, o preço da gasolina será de R$ 1,47 por litro, o do etanol R$ 1,12 e o do óleo diesel R$ 1,39.

    “Esses ajustes refletem o compromisso dos estados em promover um sistema fiscal equilibrado, estável e transparente, que responda adequadamente às variações de preços do mercado e promova justiça tributária”, disse o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) no comunicado emitido no ano passado.

    Porém, esse não será o único reajuste que deve ocorrer. A Petrobras vem pressionando o Governo Lula para que se diminua a defasagem nos combustíveis em relação ao preço praticado no exterior.

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    Além do ICMS, a Petrobras também estuda novo aumento para diminuir a defasagem do diesel (Fernando Pires/Quatro Rodas)

     

    Segundo informações da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), a gasolina brasileira é comercializada R$ 0,23 (8%) mais barata que os preços praticados no exterior, enquanto o diesel está com uma defasagem média de R$ 0,65 por litro (20%). No caso do óleo diesel, já faz três semanas que ele está sendo comercializado com uma defasagem média acima dos 23%.

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    Mas, até o momento, apenas o diesel pode ter sua defasagem diminuída. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, continua debatendo com o presidente Lula de quanto será o reajuste. De acordo com os especialistas, o preço deverá subir entre R$ 0,20 e R$ 0,25.

    Segundo fontes ouvidas pelo site Gazeta do Povo, o governo considera o reajuste desnecessário, uma vez que o dólar vem sofrendo queda, caindo de R$ 6,20 no final do ano passado para R$ 5,90 no início de 2025.

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    Em 2024, a Petrobras manteve o preço do diesel sem nenhum reajuste. Essa foi a primeira vez em 13 anos que a estatal tomou essa medida. Já a gasolina teve seu preço aumentado apenas uma vez.

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