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FCA pode acabar com a Chrysler nos próximos anos

Marca americana deveria dispor de oito modelos neste ano. Mas só tem três

Por Henrique Rodriguez 30 Maio 2018, 18h20
Chrysler Pacifica Hybrid em posição 3x4 de frente
A Chrysler Pacifica foi o único modelo inédito lançado pela marca nos últimos anos Divulgação/Chrysler

A FCA não traz modelos da Chrysler para o Brasil desde o final de 2017.

Isso parece ser apenas uma estratégia local, por conta de baixos volumes de vendas, mas pode significar o fim da marca em nível global.

De acordo com Larry Vellequette, colunista do site AutomotiveNews, o fim da Chrysler pode começar a ser traçado na próxima sexta-feira.

Nesse dia, Sergio Marchionne, CEO da FCA, terá uma reunião com investidores de todo o mundo.

No último encontro com investidores, em 2014, Marchionne e sua equipe falaram em aumentar a gama de produtos da Chrysler.

Seria um aumento tão substancial que o número de modelos previa o equivalente a 65% da gama de Ford e Chevrolet, em comparação.

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300C exibe roda aro 20 e duplo escape
Chrysler 300C está datado: foi lançado em 2005 e passou por várias reestilizações desde então Leo Sposito/Quatro Rodas

A Chrysler teria oito veículos em sua linha até 2018, incluindo um sedã pequeno, três SUVs e dois híbridos plug-in.

No entanto, nada disso não aconteceu.

Hoje a gama de produtos da Chrysler nos EUA se resume a três produtos: o sedã 300C (que deveria ter ganhado uma nova geração este ano) e a minivan Pacifica, em versão comum e outra híbrida plug-in.

  • Nos últimos anos, a Dodge foi a marca da FCA que ganhou mais destaque com carros de passeio nos EUA.

    Embora não tenha uma minivan nova baseada na Pacifica, tem os Charger e Challenger, além dos SUVs Durango e Journey.

    A última vez que a Marchionne se referiu à Chrysler, foi ao antecipar que a FCA está trabalhando em um SUV grande baseado na plataforma da Pacifica.

    Mas, pelo andar das coisas, este SUV não será vendido sob o logotipo da Chrysler.

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