Doutor Porsche: o advogado que tem em sua garagem 26 Porsche

Sergio Magalhães criou em sua casa em São Paulo um verdadeiro museu da Porsche

Com 250 m², a garagem abriga 26 Porsche Com 250 m², a garagem abriga 26 carros da Porsche

Com 250 m², a garagem abriga 26 carros da Porsche (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)

Sergio Magalhães Filho, 74, está acostumado a ser chamado de doutor. Ele é advogado há 45 anos, mas esse não é seu único título. O paulistano também é conhecido como Doutor Porsche.

Ele é o dono da maior coleção de Porsche da América Latina, como atesta o troféu que ganhou do próprio fabricante alemão. Ao todo são 34 modelos clássicos, sendo apenas oito de outras marcas.

Eles são criteriosamente organizados na garagem de 250 m² da sua casa em um bairro nobre de São Paulo. “À medida que a coleção foi crescendo, tive que comprar a casa atrás da minha para poder ampliar o espaço”, explica.

A Kombi 1975 alongada bem acompanhada da réplica do Spyder 1955 A Kombi 1975 alongada bem acompanhada da réplica do Spyder 1955

A Kombi 1975 alongada bem acompanhada da réplica do Spyder 1955 (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)

A paixão pela marca começou cedo. “O meu primeiro carro foi um Fusca 1961, mas me realizei mais tarde com um Fusca 1966 no qual adaptei o motor e o câmbio da Porsche”.

Segundo ele, na época não tinha condições de comprar um carro da marca e o mais próximo que pôde chegar dela foi comprando as partes.

O Fusca 1966 com motor e câmbio da Porsche simboliza o primeiro carro O Fusca 1966 com motor e câmbio da Porsche simboliza o primeiro carro

O Fusca 1966 com motor e câmbio da Porsche simboliza o primeiro carro (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)

Conforme foi ganhando nome na profissão, também crescia a vontade de ter um Porsche para chamar de seu. Em 1974 comprou o primeiro da coleção, um 911 Carrera amarelo.

“O Porsche é fantástico, inigualável. Você pode andar a 300 km/h ou usá-lo para ir ao mercado, pois é dócil quando necessário”, diz ele.

A partir daí, Magalhães começou a adquirir alguns modelos raros, a maioria comprada em leilões no exterior. “Viajo todos os anos com outros colecionadores. Em abril fui para Essen, na Alemanha, e em agosto, para Pebble Beach, na Califórnia (EUA)”, conta o advogado.

Um 356 de 1963, mas com cara de novo Um 356 de 1963, mas com cara de novo

Um 356 de 1963, mas com cara de novo (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)

Com tantos modelos na garagem de casa, é difícil destacar os preferidos. Mas é possível notar o brilho nos olhos quando fala sobre a réplica do Singer, um 911 antigo com mecânica moderna.

“Resolvi recriar um e, no lugar da assinatura Singer, assinei o meu nome”, relembra Magalhães, orgulhoso. O 356 de 1962 four cam, do qual só existem dois no país, também integra a lista dos seus preferidos.

Sergio preferiu colocar no lugar do emblema do Singer sua própria assinatura Sergio preferiu colocar no lugar do emblema do Singer sua própria assinatura

Sergio preferiu colocar no lugar do emblema do Singer sua própria assinatura (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)

Sergio diz que dirige a cada dia um. Assim, poderia sair o mês todo com um carro diferente e ainda sobraria.

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s