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Bolsonaro promete extinguir lombadas eletrônicas do país

Além de afirmar que as lombadas servem apenas para arrecadação, presidente volta a mencionar plano de estender a validade da CNH

Por Ana Paula Cerveira - Atualizado em 8 mar 2019, 13h54 - Publicado em 8 mar 2019, 13h46
Lombada eletrônica Prefeitura de Curitiba/Divulgação

Será o fim das lombadas eletrônicas? Para o presidente Jair Bolsonaro, provavelmente, sim.

Em uma transmissão ao vivo publicada em seus perfis oficiais no YouTube e no Facebook na última quinta-feira (7), Bolsonaro afirmou que pretende extinguir as lombadas eletrônicas no país.

As lombadas eletrônicas são as responsáveis por registrar nas estradas veículos que abusam do limite estabelecido, com a intenção de diminuir o número de acidentes.

Mas, segundo presidente, que comenta sobre a “indústria da multa” desde a campanha eleitoral, as lombadas servem mais para arrecadação do que realmente reduzir acidentes.

O presidente também declarou que uma parte do que é arrecadado com multas por radares em rodovias pedagiadas deve ser utilizado na manutenção da via.

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E, ainda, de acordo com Bolsonaro, as concessionárias descobriram que as lombadas eletrônicas dão mais lucro do que o próprio pedágio.

Não teremos mais nenhuma lombada eletrônica no Brasil, e as lombadas que por ventura existirem, que ainda são muitas, quando forem perdendo a validade, não serão renovadas“, disse o presidente.

Também em relação ao sistema de trânsito brasileiro, Bolsonaro tocou em outro ponto: a extensão da validade da Carteira Nacional de Habilitação de cinco para 10 anos.

Também é proposta do presidente ampliar de 20 para 40 pontos o limite de infrações acumuladas que geram a suspensão do direito de dirigir.

Outra medida, anterior ao governo que passará por um processo de substituição em 2022, quando um novo modelo do documento, com chip, será adotado.

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