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As surpresas do único delta em mar aberto das Américas

No segundo episódio de GUIA JEEP QUATRO RODAS BY RENEGADE, a triatleta Fernanda Keller desvenda as aventuras proporcionadas pelas praias da Rota das Emoções

Por Abril Branded Content Atualizado em 28 nov 2017, 10h41 - Publicado em 28 nov 2017, 00h07

Única e indescritível. Foi assim que Fernanda Keller, a convidada especial do GUIA JEEP QUATRO RODAS BY RENEGADE classificou sua passagem pelo Delta do Parnaíba. A triatleta aproveitou as paisagens paradisíacas da região para praticar esportes e usufruir tudo o que o local oferece aos turistas. “É minha primeira vez no Delta praticando esporte e observando. Dirigindo por uma cidade incrível, por meio de dunas, fazendas. Conhecer o Brasil é conhecer um pouco da minha essência”, conta a atleta.

Classificado por muitos especialistas como um santuário natural por abrigar flora e fauna riquíssimas, o Delta do Parnaíba está situado em Parnaíba, segunda maior cidade do estado do Piauí. Parte da chamada Rota das Emoções, circuito conhecido por unir destinos como a Praia de Jericoacoara (CE) e os Lençóis Maranhenses (MA), o local faz divisa com Maranhão, assim como divide espaço com Luís Correia e Barra Grande – litoral com praias extensas e pouco movimentadas.

O outro lado do delta oferece aos turistas praias com menos estruturas, porém, que chamam a atenção por garantir paisagens únicas com um ar mais intimista. A maranhense Tutoia, por exemplo, oferece passeios pelo Rio Parnaíba. Já a 35 quilômetros de Tutoia, a pequena Paulino Neves tem como atrativo os Pequenos Lençóis, versão reduzida do vizinho Lençóis Maranhenses.

Estrada

Para chegar a Parnaíba, o turista pode optar pelo acesso de Teresina ou de Fortaleza. Se a rota for iniciada por Teresina, o acesso ocorre pela BR-343, enquanto por Fortaleza é pela BR-222 e BR-343. De carro, é possível ir de um extremo ao outro do Delta do Parnaíba gastando em torno de duas horas.

Para chegar a Luís Correia, deve-se pegar a BR-343. A partir daí, seguindo pela PI-116 e BR-402, alcança-se a Praia de Barra Grande. Para ir de Parnaíba a Tutoia, é preciso voltar pela BR-343 até o posto da Polícia Rodoviária Federal. Ambos os destinos oferecem hospedagens simples, mas com muito conforto. Além disso, a culinária local encanta por seus produtos frescos e com ar caseiro.

#IssoéJeep: o que fazer no Delta do Parnaíba

Delta do Parnaíba: paraíso entre Maranhão e Piauí Estúdio Abril/Abril Branded Content

Passeio de barco

Formado por rios, igarapés e manguezais, o Delta do Rio Parnaíba parece uma mão humana aberta, tendo os dedos como saídas para o mar. O passeio parte do Porto dos Tatus (a 15 minutos de carro do centro de Parnaíba) e tem duração entre seis e sete horas, com paradas para mergulho na Ilha dos Poldros e no Morro Branco (nesse último, ainda pode-se caminhar). Um almoço à base de peixe, caranguejo e frutas tropicais está incluso no pacote. Aves, jacarés, macacos-pregos, siris e caranguejos podem ser avistados durante a jornada.

Passeio de lancha para observação de guarás

Versão temática do passeio ao delta. Às 14h, lanchas deixam o Porto dos Tatus e adentram o Rio Parnaíba. Com duração de quatro horas, há caminhadas nas dunas da Ilha do Caju, com direito a um banho em praia fluvial. O ponto alto é observar, no fim da tarde, a revoada de guarás (pássaros vermelhos), que parecem descer do céu, abrigando-se em árvores para passar a noite.

Safári noturno

A ideia é observar a fauna do delta com mais acuidade na hora em que os animais mostram-se mais presentes, ou seja, durante a noite. Lanchas deixam o Porto dos Tatus até o Igarapé do Iguirindó, prosseguindo por silenciosas canoas a remo. Jacarés, iguanas, macacos, cobras, entre outros animais surgirão pelo caminho.

Praia Pedra do Sal

Única praia de Parnaíba, fica na Ilha Grande de Santa Isabel, uma das que compõem o delta do Rio Parnaíba. Mas, para chegar até lá, não precisa de barco, há uma estrada asfaltada de 15 quilômetros. Um trecho cheio de pedras e um farol se destacam na paisagem. Próximo às pedras, o trecho mais violento do mar é território dos surfistas e dos pescadores de arremesso, onde se pode observar a pesca de robalo, peixada amarela e do gigante camurupim. Bem mais manso, o trecho oposto é procurado por famílias e kitesurfistas.

Praia de Carnaubinhas

Praticamente deserta devido à dificuldade de acesso. O caminho mais rápido, a partir da Praia do Arrombado, só é possível para veículos 4×4, que precisam colocar os pneus na areia. Quem está com veículo próprio deve pegar a estrada para Macapá e entrar na trilha que dá acesso ao Carnaubinhas Praia Resort. O carro chega até o hotel. Daí para a frente são 500 metros de caminhada. O cenário é composto por carnaúbas semicobertas por dunas. Dentro do mar, piscinas naturais formam-se na maré baixa.

Praia de Macapá

A última praia de Luís Correia, na Foz do Rio Camurupim, tem ondas calmas, mas o mar avança sobre a praia. A 200 metros da costa, um enorme banco de areia pode ser acessado por barcos ou a pé, durante a maré baixa. Sem estrutura, é bom levar alimentos para passar o dia por lá.

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Praia do Coqueiro

Ainda na parte urbana de Luís Correia, é uma praia de ondas mansas e água de temperatura amena, boa para quem viaja com crianças pequenas. A extensa faixa de areia é protegida por um coqueiral. É muito procurada também por kitesurfistas, que aproveitam o vento. Restaurantes e barracas de praia garantem uma pequena estrutura de alimentos e bebidas.

Praia de Barra Grande

Outrora tranquila, foi invadida pelos praticantes de kitesurfe que buscam seus fortes ventos no segundo semestre. Aos que gostam de um mar tranquilo, o local é perfeito. Na maré baixa, caminha-se por 3 quilômetros mar adentro e, no caminho, formam-se várias piscinas naturais. Reforçando o clima de rusticidade da vila, todas as ruas ainda são de areia.

Passeio de barco até a Ilha do Cavalo-Marinho

Com duração de duas horas, o passeio começa numa charrete e um guia dá explicações sobre a região. Uma vez no Rio Camboa, faça uma pausa para apreciar a fauna local, aproveitar o mangue e olhar os caranguejos. No local, também é possível ver cavalos-marinhos.

Passeio pelo Delta do Parnaíba

No outro extremo do Delta do Parnaíba, o passeio inicia-se em Tutoia, passando por três ilhas com um ponto de mergulho e outro para almoço. No fim de tarde, assiste-se à revoada dos guarás.

Pequenos Lençóis

A versão pocket dos Lençóis Maranhenses fica a 35 quilômetros de Tutoia, na pequena Paulino Neves. As características são as mesmas do vizinho gigante: muitas lagoas que se formam no período chuvoso aparecem entre as dunas. Em Tutoia, há um passeio que passa pelas praias da região, culminando com a visita a uma outra região dos Pequenos Lençóis, mais próximo a Tutoia.

Proteção e respeito

Algumas dicas para curtir ao máximo o contato com a natureza:

– Contate sempre guias locais para entender a melhor forma de conhecer os atrativos da região. Mesmo quando não há a obrigatoriedade da companhia de um profissional, eles sempre poderão dar o melhor tipo de apoio e dicas valiosas;

– Procure se manter dentro das trilhas demarcadas e cumpra todas as normas de entrada e saída dos locais para não prejudicar o ecossistema das áreas visitadas;

– Respeite as regras de proteção de formações históricas e pinturas rupestres. São heranças muito frágeis, que precisam de cuidado para não se perderem;

– Mantenha o silêncio e procure não se aproximar dos animais nem alimentar os que encontrar no caminho. A melhor lembrança que você pode levar desses encontros são as fotos;

– Evite fazer fogueiras e não deixe lixo para trás. Respeitar a natureza: #IssoéJeep.

Gostou? Confira todas as informações sobre o Delta do Parnaíba em GUIA JEEP QUATRO RODAS BY RENEGADE e coloque o pé na estrada!

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