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Conheça a tecnologia híbrida flex da Toyota

Desenvolvida para iniciar o processo de eletrificação da marca no Brasil, ela está presente no Corolla Sedan e no Corolla Cross

Por Abril Branded Content
2 mar 2023, 11h30

A venda de automóveis eletrificados no país ganhou um forte impulso nos últimos anos. De acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), se em 2018 foram apenas 3 970 unidades comercializadas, no ano passado esse número pulou para 49 245 unidades – uma fatia de 2,5% do mercado de veículos leves.

O grande salto dos eletrificados aconteceu em 2019: dentre as muitas novidades da 12ª geração do Corolla, produzida na fábrica da Toyota em Indaiatuba (SP), estava a versão híbrida flex (também oferecida no Corolla Cross desde o seu lançamento, em 2021).

O primeiro automóvel híbrido flex do mundo foi desenvolvido em conjunto pela engenharia da Toyota no Brasil e no Japão e deu o pontapé para uma nova era. Desde então, as vendas das versões eletrificadas do Corolla vêm crescendo ano após ano. 

Em 2022, o Corolla Cross foi o líder disparado na tabela de vendas dos modelos eletrificados no mercado brasileiro, com 12 507 unidades. Em segundo lugar está o seu irmão com carroceria sedã, que totalizou 7 109 unidades comercializadas.

Toyota Corolla Cross
Toyota Corolla Cross (Toyota/Divulgação)

Para se ter ideia da importância da tecnologia híbrida flex da Toyota no processo de eletrificação do mercado brasileiro, os dois modelos da família Corolla foram responsáveis por quase 40% das vendas do segmento – que, segundo a ABVE, conta com 128 opções de modelos.

Vanguarda

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A Toyota está na vanguarda do processo de eletrificação dos automóveis e é a líder mundial de vendas desse segmento. No início de 2022, ela comemorou a marca de 20 milhões de veículos eletrificados vendidos desde 1997, ano em que lançou o Prius, seu primeiro híbrido.

Desde então, a marca vem trabalhando intensamente e fazendo grandes investimentos no desenvolvimento dos diversos tipos de veículos eletrificados. Isso inclui modelos 100% a bateria (BEV); híbridos plug-in (PHEV), cujas baterias podem ser recarregadas na tomada; híbridos (HEV); e os híbridos flex (HEV FFV) das versões eletrificadas da família Corolla no Brasil.

Toyota Corolla Cross
Toyota Corolla Cross (Toyota/Divulgação)

A tecnologia híbrida flex foi a escolhida para iniciar a estratégia de eletrificação da Toyota no Brasil por uma série de fatores. Primeiro, ela não depende de investimentos em infraestrutura de recarga, fato que a torna muito mais acessível para o consumidor.

Em segundo lugar, praticamente nada muda na convivência do motorista com o veículo. Essa praticidade faz com que a adaptação do consumidor ao seu primeiro modelo eletrificado seja muito mais tranquila.

Outro ponto importante é que a tecnologia híbrida flex promove a redução das emissões de gases formadores de efeito estufa de forma imediata – uma vez que combina a alta eficiência energética do motor elétrico com a baixa emissão de CO2 do etanol. Em resumo, é a tecnologia mais prática, acessível e sustentável.

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Como funciona

O sistema híbrido flex do Corolla Sedan e do Corolla Cross conta com um motor a combustão 1.8L VVT-i 16V (abertura variável inteligente de válvulas) e 101/98 cavalos de potência a 5 200 rpm (etanol/gasolina) e 14,5 kgfm de torque a 3 600 rpm (etanol/gasolina). 

O propulsor trabalha em conjunto com duas unidades elétricas de 72 cv de potência e 16,6 kgfm de torque. Combinados, os três entregam 122 cavalos de potência máxima. Os motores elétricos são alimentados por uma bateria híbrida de níquel-hidreto metálico, que fica localizada embaixo do banco traseiro.

Toyota Corolla Sedan
Toyota Corolla Sedan (Toyota/Divulgação)

Há também um sistema de freios regenerativos, que transforma a energia cinética de frenagens e desacelerações em elétrica – ou seja, sempre que o motorista freia ou desacelera, recarrega as baterias. Outra forma de recarga é por meio do motor a combustão, que atua como gerador.

Um Corolla Sedan ou Corolla Cross híbrido flex podem rodar até o dobro de quilômetros com a mesma quantidade de combustível em comparação com as versões não eletrificadas. Além de um baixo consumo, o motorista também é premiado com uma condução extremamente silenciosa.

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Toyota Corolla Sedan
Toyota Corolla Sedan (Toyota/Divulgação)

O meio ambiente também agradece. Quando se utiliza o etanol, a redução nas emissões de gases formadores de efeito estufa é estimada em 70%, em relação a um modelo convencional a gasolina, no chamado ciclo Do Poço à Roda. 

Essa metodologia considera as emissões desde o início do processo de produção do combustível até a efetiva utilização no veículo – o que amplia a vantagem do etanol, pois o cultivo da cana-de-açúcar, da qual o combustível é extraído, absorve CO2 da atmosfera.

Ao volante, nada muda

Na hora de dirigir, é quase tudo igual a um modelo a combustão convencional. O sistema de gerenciamento eletrônico se encarrega de controlar a interação dos três motores e qualquer transição acontece de forma automática.

Em condições normais, o conjunto elétrico é responsável por colocar o veículo em movimento e impulsioná-lo em baixas velocidades. O motor a combustão entra em ação somente a partir dos 40 quilômetros por hora, evitando o esforço inicial responsável por um grande consumo de combustível.

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Se o motorista precisar de força imediata – para uma rápida aceleração ao entrar em uma via rápida, por exemplo –, o motor a combustão será acionado, garantindo a máxima performance quando necessário. O motor a combustão também pode atuar como gerador, recarregando as baterias, o que pode ser feito tanto com o veículo parado como em movimento.

No entanto, se o motorista desejar, ele poderá alterar os modos de condução por meio de um seletor no painel, que traz quatro opções:

– Normal, que cobre a maior parte das situações de uso do veículo;

– ECO, que extrai o máximo de eficiência energética e reduz ainda mais o consumo;

– Power, que prioriza a performance;

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– EV (Electric Vehicle), que pode ser usado quando a bateria está com carga máxima, em pequenos trechos e em baixa velocidade.

Com a tecnologia híbrida flex, o motorista abastece da mesma forma que as versões convencionais, com a mesma liberdade para escolher entre gasolina, etanol ou uma mistura de ambos, e ainda roda em um veículo menos poluente, mais econômico e extremamente silencioso.

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