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Suzuki GSR 150i

Recém-lançada, a GSR traz injeção para alavancar a marca no segmento de entrada

Por Ismael Baubeta | fotos: Guilber Hidaka
3 out 2011, 13h26 • Atualizado em 9 nov 2016, 11h53
  • Suzuki GSR 150i

    O mercado das pequenas cilindradas é, no Brasil, o principal faturamento da indústria das duas rodas. Acossada por marcas recentemente chegadas, como a Dafra e a Kasinski (que mudou de mãos), a J-Toledo Suzuki começa a se mover.

    Depois da Burgman 125i, a marca traz a Suzuki GSR 150, com motor de maior volume que a best-seller da marca, a Yes 125. A principal novidade não é, entretanto, o aumento da cilindrada (obtido através do prolongamento do curso do pistão em 9,8 mm), mas a adoção da injeção de combustível eletrônica, que melhora a dirigibilidade e a partida a frio do pequeno monocilíndrico.

    O novo modelo não substitui a Yes, que continua à venda, mas atende a consumidores ansiosos por mais desempenho – com economia de combustível. A sigla GSR 150 alude a um modelo que a marca produz na Índia – mais moderna que esta ora lançada no Brasil. Visualmente, os destaques são os amortecedores traseiros a gás com reservatórios de expansão laterais – e regulagem de pré-carga das molas – e as rodas de liga leve, exuberantes. De resto, é muito parecida com a Yes 125.

    O útil bagageiro traseiro é grande e parece robusto. O painel tem contagiros e velocímetro de ponteiro, hodômetro e indicador de marchas digitais.

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    O mínimo test-drive proporcionado pela J-Toledo foi insuficiente para a avaliação dinâmica do modelo. A impressão inicial é a de uma motinho macia, confortável, com baixo nível de ruído e vibração. O câmbio de seis marchas tem engates bastante dóceis, tanto para cima como nas reduções. O freio dianteiro a disco tem boa pegada, mas na traseira segue o tamborzinho a varão.

    As cores disponíveis são prata, amarelo, vermelho e preto. O preço sugerido de 6829 reais a situa acima da CG 150 ESI Fan, de 6290 reais, e no mesmo patamar da Honda CG 150 ESD Titan, de sugeridos 6890 reais. Ela tem partida elétrica de série, como as versões ES (Electric Start) da Honda.

    VEREDICTO

    Competitiva, a GSR pretende ajudar a Suzuki a conquistar espaço no hall de entrada das motos.

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