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Primeiros elétricos com bateria de sódio podem ser bem mais baratos

Compacto da JAC e bicicleta dispensam baterias de íon-lítio para adotar tecnologia até 100 vezes mais barata e que permite ainda recarga mais rápida

Por Julio Cabral
Atualizado em 6 Maio 2024, 17h19 - Publicado em 2 jan 2024, 12h12

As baterias íon-lítio são onipresentes, elas estão em celulares, notebooks e, claro, veículos. Até hoje, se mostraram a alternativa mais viável em termos de armazenamento de energia. Até hoje. Os dois primeiros modelos com baterias de sódio foram lançados com a promessa de oferecer uma alternativa mais barata.

E bota mais barato nisso. Enquanto uma tonelada de carbonato de lítio pode custar cerca de 30 mil dólares, o equivalente a R$ 145 mil, o mesmo peso do carbonato de sódio sai por menos de 300 dólares, cerca de R$ 1.400. Um custo 100 vezes menor. 

Além disso, a estabilidade térmica das baterias de sódio é maior, o que permite uma operação mais eficiente em temperaturas mais baixas, condições em que as de íon-lítio sofrem para manter a capacidade de carga. Mais importante é o fato da recarga poder ser realizada com uma potência bem maior do que a média, o que diminui o tempo de carregamento.

Sempre tem um porém, no caso, a menor densidade energética. Ou seja, as baterias de sódio armazenam menos energia por quilo do que as de íon-lítio, o que faz com que elas sejam mais pesadas. Mas há um consolo: os especialistas apostam que elas vão se equiparar nesse quesito em cerca de dois ou três anos. 

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Bicicleta elétrica da TAILG é apenas ilustrativa, a marca ainda não revelou o visual das novas bikes
Bicicleta elétrica da TAILG é apenas ilustrativa, a marca ainda não revelou o visual das novas bikes (TAILG/Divulgação)

O primeiro lançamento é um velho conhecido do mercado brasileiro: o Sehol X10. Você pode não reconhecer pelo nome, no entanto, estamos falando do JAC E-JS1. O automóvel vendido no Brasil tem bateria de fosfato de ferro-lítio e 30,2 kWh de capacidade. Já a nova versão tem um pack de 25 kWh de capacidade. A autonomia máxima de 252 km foi medida apenas no ciclo chinês. Para compensar o baixo alcance, o pack pode ser recarregado rapidamente, pois comporta carregadores com potência de até 100 kW.

Já o segundo veículo é uma bicicleta da também chinesa TAILG. De acordo com a marca, as baterias podem oferecer uma impressionante autonomia de 115 km, mesmo que o ciclista rode a velocidades mais elevadas. A capacidade de carga se mantém em 93% em temperaturas abaixo de zero grau. Somado a isso, o número de ciclos de recarga passa de dois mil, o que representa de cinco a sete vezes mais do que o oferecido por uma bateria de chumbo ácido normal. As bikes elétricas da fabricante serão voltadas ao mercado premium e ainda não foram reveladas.

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