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Prefeitura de SP muda horário e rodízio de veículos será das 20h às 5h

Novos horários passam a valer na cidade de São Paulo a partir de segunda-feira (22); confira calendário

Por Henrique Rodriguez Atualizado em 20 mar 2021, 12h36 - Publicado em 18 mar 2021, 13h06
Trânsito São Paulo
Pexels/Divulgação

Na tentativa de aumentar o isolamento social e conter o avanço de casos de Covid-19, o prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), anunciou mudanças no rodízio municipal de veículos. 

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O rodízio será das 20h às 5h do dia seguinte, mesmo horário do toque de recolher determinado pelo governador de São Paulo, João Doria. Os novos horários passam a valer a partir de segunda-feira (22), para as placas finais 1 e 2.

Bruno Covas chegou a anunciar o início do rodízio às 22h, mas depois corrigiu o horário para as 20h. 

Rodízio municipal de automóveis de São Paulo a partir de 22/03/2021:

Dia Final da placa Horário
Segunda-feira 1 e 2 20h de segunda às 5h de terça
Terça-feira 3 e 4 20h de terça às 5h de quarta
Quarta-feira 5 e 6 20h de quarta às 5h de quinta
Quinta-feira 7 e 8 20h de quinta às 5h de sexta
Sexta-feira 9 e 0 20h de sexta às 5h de sábado

Desta forma, carros com final de placa no rodízio estarão sujeitos a multas durante a noite e a madrugada no centro expandido da cidade.

Os horários tradicionais de rodízio, das 7h às 10h, e das 17h às 20h seguem válidos apenas para caminhões. Automóveis estarão liberados nestes horários.

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A multa de rodízio é uma infração média, de R$ 130,16, e o proprietário está sujeito a somar 4 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Antecipação de feriados

Na mesma coletiva virtual, o prefeito Bruno Covas anunciou a antecipação de cinco feriados municipais para os dias 26, 29 e 30 de março, além de 1° e 2 de abril.

Os dois feriados municipais deste ano (Corpus Christi e Dia da Consciência Negra) e os três do ano que vem (os mesmos e o Aniversário da Cidade) entram na conta e resultarão em 10 dias de folga para forçar os paulistanos a ficarem em casa. 

A medida tem como principais alvos setores da indústria e empresas que seguem funcionando durante a fase emergencial, em vigor no estado de São Paulo desde a última segunda-feira (15).

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