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Ford acaba com versão mais querida do Mustang nos EUA

Mustang GT350 sai de linha como versão mais espalhafatosa do modelo. Agora, único Shelby é GT500, com potência de 760 cv

Por Igor Macário Atualizado em 5 out 2020, 17h26 - Publicado em 5 out 2020, 17h00
Nos Mustang Shelby, todas as tomadas de ar são funcionais Henrique Rodriguez/Quatro Rodas

A Ford vai encerrar a produção do Mustang Shelby GT350 ainda em 2020. O modelo é a versão “intermediária” de alta performance do Mustang, com um V8 de 5,2 litros com compressor mecânico e 526 cv. O último “suspiro” do modelo foi a versão especial Heritage Edition, mostrada em 2019.

A justificativa da marca é produção a todo vapor do GT500, de 760 cv – o fim do GT350 já estava programado. Em parte o modelo será substituído pela série limitada Mach 1. Menos potente, o Mach 1 também tem um V8, mas de 5,0 litros e 480 cv. O Mustang Bullitt também sairá de linha.

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    Aerofólio e rodas são feitos de fibra de carbono Henrique Rodriguez/Quatro Rodas

    Os GT350 são relativamente antigos, lançados em 2014 junto com a atual geração do Mustang. Eles foram a primeira versão Shelby do modelo, e além do V8 5.2, trazem câmbio manual. A versão R tem algumas melhorias mecânicas que aprimoram a performance e principalmente, um escapamento ainda mais barulhento.

    Volante com a cobra símbolo da Shelby se destaca no volante revestido de Alcantara Henrique Rodriguez/Quatro Rodas

    Na linha 2021, o GT500 será o único Shelby na linha do Mustang, o que deixa uma lacuna enorme na gama, já que a escala de potência pula dos 480 cv do Mach 1 para os 760 cv do GT500.

    Isso até leva a crer que a marca poderá lançar uma nova versão intermediária, mas ainda não há informações sobre um novo modelo. O Mach 1 fica como intermediário, acima da versão GT (a única vendida no Brasil), que tem um V8 com 466 cv. Em outros mercados, ainda há um Mustang V6, de entrada, com 314 cv.

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