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Com motor 2.0 no lugar do V6, Honda Accord volta ao Brasil por R$ 198.500

Sedã de luxo passa a usar o propulsor turbinado derivado do Civic Type R

Por Rodrigo Ribeiro* - Atualizado em 26 nov 2018, 12h08 - Publicado em 26 nov 2018, 12h01
Décima geração do sedã perdeu a opção V6 Renato Pizzutto/Quatro Rodas

Mais de um ano após ter sido lançado nos Estados Unidos, o novo Honda Accord estreia no Brasil em pacote único de equipamentos, por R$ 198.500. O modelo foi apresentado durante o Salão do Automóvel de São Paulo.

Por aqui a décima geração do sedã virá com o mesmo motor 2.0 turbo do Civic Type R, mas recalibrado para 256 cv e 37,7 mkgf. O antigo V6 3.6 aspirado, que foi aposentado no modelo, gerava 280 cv e 34,6 mkgf, respectivamente.

As lanternas em “C” foram inspiradas nas do Civic Renato Pizzutto/Quatro Rodas

O câmbio é o novo automático de dez marchas desenvolvido pela Honda que havia estreado na minivan Odyssey.

A novidade fica por conta do pacote de equipamentos, que conta pela primeira vez com controlador de velocidade adaptativo com frenagem de emergência e assistente de permanência na faixa.

O câmbio automático é controlado por botões no console central Divulgação/Honda

Os itens fazem parte do Honda Sensing, que é de série na maioria dos modelos da Honda nos Estados Unidos, incluindo o Civic.

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O porta-malas tem 472 litros de volume Divulgação/Honda

Outros itens incluem chave presencial, sistema multimídia com integração para celulares Android e iPhone e faróis totalmente em leds.

Os bancos de couro têm ajuste elétrico para o motorista. A versão manual (foto), no entanto, não será oferecida no Brasil Divulgação/Honda
O aumento do entre-eixos melhorou o espaço para quem vai atrás Divulgação/Honda

O design do Accord adota linhas mais ousadas, inspiradas nas do Civic. A carroceria ficou mais baixa e curta, apesar do entre-eixos ter sido ampliado para 2,83 m.

O carregador de celular por indução está entre os itens de série no país Divulgação/Honda

As alterações permitiram que a distância entre as fileiras de bancos fosse ampliada e o motorista dirija mais próximo do assoalho.

A expectativa da Honda é que o modelo venda uma média de dez unidades por mês.

*Com informações de Gabriel Aguiar

 

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