Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Por que a posição da marcha à ré muda conforme o câmbio?

Cada fabricante pode fazer o que quiser, seguindo sua própria lógica

Por Redação Atualizado em 4 jul 2021, 09h21 - Publicado em 3 jul 2021, 17h07

Jaguar F-TYpe

Em alguns carros, a posição da ré na alavanca do câmbio manual é para a frente, em outros é para trás. Qual a diferença? — Paulo Vinícius, Resende Costa (MG)

Não há diferença funcional em posicionar a marcha à ré para frente ou para trás.

Clique aqui e assine Quatro Rodas por apenas R$ 8,90

O que aconteceu é que, durante o desenvolvimento dos primeiros câmbios manuais, cada fabricante estabeleceu seu padrão. E vale lembrar que com o tempo o número de marchas também foi mudando.

Assim, num câmbio de três velocidades, seria natural que a ré ficasse na posição da quarta marcha. Mas, quando finalmente surgiu a quarta, onde a ré seria colocada? Desse modo, cada marca adaptou-se como quis.

Continua após a publicidade

Alavanca de câmbio do tipo dogleg dos BMW M3
Alavanca de câmbio do tipo dogleg dos BMW M3 Reprodução/Internet

Um dos caminhos utilizados foi colocar a ré na posição que seria da primeira marcha. Trata-se dos câmbios chamados de dogleg, muito utilizados em carros de corrida no passado mas que chegou a poucos carros de rua, especialmente aqueles com proposta mais esportiva, como os BMW M3 E30. Mas há veículos de carga com este sistema.

Há toda uma teoria para justificar essa disposição. A lógica é: a primeira marcha só serve para tirar o carro da inércia e depois tudo passa a acontecer entre a segunda e a quinta (ou sexta) marcha. Então por que não deixar a primeira marcha e a ré alinhadas? Assim, as trocas entre as demais marchas é facilitada e se torna mais rápida.

Identificação das marchas nos VW Constelation com câmbio manual
Identificação das marchas nos VW Constelation com câmbio manual Reprodução/Internet

Em alguns veículos de carga com câmbio dogleg a primeira marcha pode ser ignorada, por ser muito curta. Alguns, inclusive, identificam essa primeira marcha com um “C” de “Crawler”, uma marcha de força. Desta forma, aquela que seria a segunda marcha é considerada a primeira e a “Crawler” pode ser ignorada na maior parte do tempo.

Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital

Capa de QUATRO RODAS 746

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Continue lendo, sem pisar no freio. Assine a QR.

Impressa + Digital

Plano completo de QUATRO RODAS. Acesso aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias e revista no app.

Acesso ilimitado ao Site da QUATRO RODAS, com conteúdos exclusivos e atualizados diariamente.

Comparativo entre os principais modelos do mercado.

Tudo sobre as novidades automobilísticas do Brasil e do exterior.

Receba mensalmente a QUATRO RODAS impressa mais acesso imediato às edições digitais no App QUATRO RODAS, para celular e tablet.

a partir de R$ 12,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos no site e ter acesso a edição digital no app.

Tudo sobre as novidades automobilísticas do Brasil e do exterior.


a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)