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Avaliação final

Por Redação - 2 set 2011, 13h58

Por Péricles Malheiros

59850 km

Hora de fazer as contas. Partimos para as concessionárias e lojas multimarcas para saber exatamente quanto um Agile perde valor em relação ao zero-quilômetro.

Fingindo ser a dona do carro, nossa estagiária Isadora Carvalho iniciou sua missão pelas lojas independentes, todas em São Paulo. Na Marchetto, o vendedor foi direto: “Ofereço 28 000 reais na compra. Se for trocar por um outro modelo nosso, usado ou novo, subo a oferta para 29 000 reais”. Nas demais tentativas, ouvimos propostas semelhantes: 28 500 reais na M6 e na Plaza Motors. A diferença entre elas é que o vendedor da segunda garantiu que poderia subir o valor em 1 000 reais se optássemos por trocar nosso Agile por qualquer outro carro da loja.

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Historicamente, as concessionárias avaliam o carro com uma depreciação ainda mais pesada do que as lojas, mas, com o Agile, a história foi diferente. Na Carrera Pinheiros, a média foi mantida. “Ofereceram 28 000 reais na troca. Para a compra, não demonstraram qualquer interesse”, diz Isadora. A grata surpresa surgiu na segunda autorizada visitada, a Nova Nações Unidas. “Fiquei surpresa quando o vendedor avaliou o Agile em 35 000 reais”, diz nossa estagiária. “Sequer atrelaram a proposta à necessidade de comprar um outro carro da loja”, afirma. Em março de 2010, quando incorporamos o Agile LTZ à nossa frota, pagamos por ele 40 458 reais.

Aproveitamos a leve batida na porta dianteira direita para decifrar um antigo dilema: vale a pena consertar o carro antes da venda para tentar pegar um valor mais alto? Definitivamente, a resposta é não – ao menos no caso do Agile. “Temos parceria com oficinas, pois mandamos muito serviço para elas. Todo carro usado tem um detalhe ou outro para consertar. Nesse reparo do Agile, por exemplo, um particular pagaria no mínimo 1 000 reais. Nós, como loja, pagamos metade desse valor”, diz um dos vendedores da Plaza Motors.

Consumo:

No mês (26,5% na cidade): Álcool – 8,7 km/l

Desde mar/10 (34,2% na cidade): Álcool – 8 km/l

Rádio completo, com Bluetooth, USB e entrada auxiliar foi um bom companheiro de viagem (esq.); Já a tampa traseira, que só abre com a chave, foi a campeã no ranking de reclamações (dir.)

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