VW começa produção do Polo e confirma Virtus, SUV e picape

Configuração brasileira do Polo terá motores 1.0 MPI, 1.6 MSI 16V e 1.0 TSI

 (divulgação/Volkswagen)

Em evento realizado hoje em sua fábrica em São Bernardo do Campo (SP), a VW confirmou um investimento de R$ 2,6 bilhões na fabricação do novo Polo (a partir desta semana, com apresentação agendada para setembro e entregar para clientes só em novembro) e do futuro sedã intermediário Virtus (que chega ao mercado no primeiro trimestre de 2018).

O Polo brasileiro terá suspensão 20 mm mais alta que o modelo europeu, com ajuste distinto para suportar as condições brasileiras, incluindo uma barra estabilizadora dianteira mais espessa.

Ele também terá um design frontal diferente do europeu – segundo a VW, resultado de clínicas realizadas com clientes brasileiros. Serão três opcões de motores: 1.0 MPI, 1.6 MSI 16V e 1.0 TSI, com opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis.

Hatch terá diferenças visuais em relação ao modelo europeu (divulgação/Volkswagen)

QUATRO RODAS já andou no 1.0 TSI, que deve constituir as versões mais sofisticadas. Na calibração dedicada ao Polo, ele produz 128 cv e 20,4 mkgf, e pela primeira vez (no Brasil) é integrado à transmissão automática Tiptronic de seis marchas.

Durante a visita à fábrica, flagramos a etiquetagem da versão com motor 1.0 MPI e câmbio manual de seis marchas. Pelas normas do Inmetro, o Polo de entrada terá consumo de etanol de 8,7 km/l na cidade e 10,0 km/l na estrada. Com gasolina, as marcas sobem para 12,9 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada.

Unidades equipadas com o motor 1.0 MPI dividiam a linha de montagem com a Saveiro (Vitor Matsubara/Quatro Rodas)

A Volks também confirma que, dentro da estratégia de uso da plataforma modular MQB, lançará no futuro próximo um SUV compacto (o T-Roc, que será apresentado mundialmente em setembro) e uma nova picape de porte intermediário, para concorrer com a Fiat Toro.

Lançamento comercial do Polo acontecerá em novembro (Vitor Matsubara/Quatro Rodas)

Polo terá três opções de motorização (Vitor Matsubara/Quatro Rodas)

Discos de freio traseiros são a tambor (Vitor Matsubara/Quatro Rodas)

A meta da empresa no país será investir nada menos que R$ 7 bilhões para renovar completamente sua linha de produtos até 2020.

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  1. Renato Duarte

    Esse novo polo não passa de um concorrente direto do HB20. Se vier mais caro vende menos.

  2. Luiz Gonçalves

    Avisem o estagiário que não existe “Discos de freio traseiros a tambor”

  3. Claudionor Nepomuceno

    Deveriam fazer também uma perua pra substituir a Spacefox.

  4. O novo Polo até pode não ser o supra sumo da categoria, mas foi pensado na Europa, para os alto padrões deles, e visando um mercado muito mais amplo que nossas jabuticabas, logo comparar com Onix, HB20 ou até mesmo com o Argo é no mínimo piada de mal gosto