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Sucessor do Aventador terá motorização híbrida do Sian e mais de 800 cv

Novo superesportivo terá conjunto híbrido com 819 cv e supercapacitores no lugar de baterias convencionais, mas futuro da marca ainda está em pauta

Por Igor Macário 31 mar 2021, 08h50
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Esportivo é tão rápido quanto o raro Lamborghini Centenario Lamborghini/Divulgação

Não é segredo que a Lamborghini vem trabalhando a todo vapor no sucessor do Aventador, seu modelo de topo que completa dez anos em linha este ano. A novidade agora é que o novo carro poderá aparecer ainda em 2021, e com motorização híbrida como no exótico Sian.

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O novo modelo manteria o motor V12 de 6,5 litros, que deverá receber melhorias para ficar mais eficiente e ainda mais forte. Mas o V12 será auxiliado por um sistema híbrido semelhante ao do Sian, com supercapacitores em vez de baterias de íons de lítio.

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Todas as unidades do superesportivo já foram vendidas Divulgação/Lamborghini

Sian entrega nada menos que 819 cv combinados, potência que deverá ser mantida no sucessor do Aventador. É bem provável que versões ainda mais fortes sejam apresentadas futuramente, com as S e SVJ sempre muito aguardadas pelos entusiastas da marca.

Se um novo Aventador vai assegurar o futuro imediato dos V12 da marca, a longo prazo, no entanto, o cenário ainda é um tanto incerto. A solução do sistema híbrido com supercapacitores é engehosa e permite que o conjunto mantenha a “alma” dos Lamborghini, já que o sistema elétrico consegue despejar potência de forma muito mais rápida do que os conjuntos convencionais com baterias.

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Sián é o primeiro modelo híbrido da Lamborghini Divulgação/Lamborghini

Mas para depois de 2030, quando este novo Lamborghini já estará em fim de carreira, ainda não está definido que tipo de motorização os futuros modelos de topo conseguirão usar, tendo em vista as restrições até de venda e circulação de carros com motores a combustão, que dirá um poderoso V12.

A situação foi exposta pelo próprio CEO da marca, Stephan Winkelmann em entrevista à revista inglesa Autocar. “Sem dúvidas, a legislação dirá em parte o que poderemos e não poderemos continuar fazendo. As portas estarão se fechando e teremos que achar uma brecha”, disse o executivo.

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Arte/Quatro Rodas
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