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Reestilizada, nova Toyota Hilux chega ao Brasil em 2018

Mudanças visuais realizadas na Tailândia incluem nova grade trapezoidal e para-choque com estilo mais robusto

Por Vitor Matsubara - Atualizado em 15 nov 2017, 13h01 - Publicado em 15 nov 2017, 12h56
Nova versão topo de linha Rocco lembra o estilo da Hilux Challenge divulgação/Toyota

A Toyota revelou na Tailândia a primeira reestilização da Hilux.

Lançada em 2015, a picape (que se chama Hilux Revo no mercado tailandês) teve as mudanças mais profundas realizadas na dianteira.

Grade abandonou os filetes do modelo vendido atualmente no Brasil divulgação/Toyota

A grade frontal deixou de lado os filetes inspirados no antigo Corolla em nome de um visual mais parrudo. inspirado nos utilitários da marca, como o Land Cruiser e a Tacoma, picape média vendida nos Estados Unidos.

O para-choque também foi redesenhado, ganhando faróis de neblina com novo formato, vincos mais pronunciados e entradas de ar maiores.

Tudo permanece do jeito que era na traseira da picape divulgação/Toyota

Nenhuma alteração significativa foi realizada na lateral nem na traseira. O interior também permanece o mesmo do modelo atual.

Interior da versão tailandesa é o mesmo da Hilux brasileira, salvo pela direção de mão inglesa divulgação/Toyota

Além do design, a Hilux ganhou uma nova versão topo de linha no mercado asiático. Chamada de Rocco, ela inclui santantônio integrado à caçamba (parecido com o da Chevrolet S10 High Country), molduras plásticas nos para-lamas, espelhos retrovisores e maçanetas pintadas de preto e adesivos nas laterais.

A Hilux 2018 ganha uma nova versão topo de linha na Tailândia
Versão Rocco tem vários detalhes pintados de preto divulgação/Toyota

No geral, o visual da Hilux Rocco lembra muito a recém-lançada Hilux Challenge, apresentada no mercado brasileiro há algumas semanas.

Santantônio integrado à carroceria é um dos itens exclusivos da Hilux Rocco divulgação/Toyota

Embora o facelift tenha sido revelado na Tailândia, a tendência é que as alterações não demorem a chegar à América do Sul, mais precisamente na Argentina – onde são produzidas as picapes vendidas no Brasil.

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