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Projeto de lei quer tornar o alerta de pontos cegos obrigatório nos carros

PL espera aprovação do Senado Federal e em seu texto destaca que a medida não deve impactar no valor final dos veículos

Por Isadora Carvalho 12 abr 2022, 15h27

Tornar obrigatório itens de segurança nos veículos pode ser um meio para reduzir os acidentes de trânsito e tornar os automóveis cada vez mais seguros. Um avanço importante foi a obrigatoriedade de airbag e ABS em todos os novos modelos desde 2014. O controle de estabilidade (ESC) também será compulsório a partir 2024 e o projeto de lei (PL) 673/2022 quer tornar obrigatório o alerta de ponto cego ou sensores de colisão lateral.

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O PL está em tramitação no Senado e altera o Código Brasileiro de Trânsito no que tange os equipamentos obrigatórios. Segundo a autora do projeto, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), a medida visa reduzir os acidentes de trânsito, sem gerar impactos significativos nos preços dos automóveis.

O projeto de lei aponta que a aquisição deste tipo de dispositivo tem um valor, para alguns modelos, inferior a R$ 400 – e portanto não se trata de um alto custo para torná-lo um equipamento de série em todos os carros vendidos no Brasil.

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Vale ressaltar que há duas variações do mesmo sistema disponíveis hoje no Brasil. O mais simples e barato usa os sensores de estacionamento para identificar veículos na lateral do carro, caso dos Chevrolet Onix e Tracker. Os mais caros e sofisticados usam radares dedicados instalados por trás dos para-choques, como os presentes nos carros do Grupo VW. Nos dois casos há alertas luminosos ou visuais de objetos nos pontos cegos, mas o mais sofisticado está menos sujeito a intempéries. 

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Uma pesquisa do Insurance Institute for Highway Safety (IIHS), organização de segurança veicular americana, é citada no PL. Ela informa que a detecção de pontos cegos reduz em 14% os acidentes de mudança de faixa. E há a consequente redução das taxas de sinistros de seguro que cobrem danos a outros veículos

Novo Onix Plus Premier (13) (1)
Onix é o primeiro compacto do Brasil a ter alerta de ponto cego, que funciona a até 140 km/h Divulgação/Chevrolet

Caso o PL seja aprovado pelo Senado ele ainda tem que ser aceito pela Câmera dos Deputados e receber a sanção presidencial. Após ser completamente aprovado, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que irá definir o cronograma de implantação e definirá os prazos para torná-lo obrigatório em todos os modelos comercializados. 

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