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Fiat Grand Siena passa a vir preparado para kit GNV por R$ 54.990

Sedã veterano não volta a ser tetrafuel, mas vem com motor devidamente preparado e garantia de fábrica para instalar kit de gás natural

Por Gabrielle Guimarães - 30 abr 2019, 17h09
Pelos cálculos da Fiat, economia com com combustível permite recuperar valor investido no Kit GNV em até seis meses Divulgação Fiat/Quatro Rodas

Com algum atraso em relação ao cronograma anunciado por QUATRO RODAS há algumas semanas, a Fiat enfim confirmou a chegada do sedã Grand Siena preparado para ser movido a GNV.

Entretanto, diferentemente do sistema antigo Siena Tetrafuel, três-volumes virá agora equipado com motor 1.4 Fire Evo flex apenas preparado para kit de gás natural em todas as versões, e não o conjunto em si.

A novidade acontece ainda na linha 2019 do sedã. Preços partem de R$ 54.990.

Grand Siena preparado para GNV chega a partir de R$ 54.990,00 Divulgação Fiat/Quatro Rodas

A preparação inclui cabeçote do motor com válvulas e sedes de válvulas mais resistentes e com nova geometria.

Também conta com coletor de aspiração projetado para receber na posição correta os bicos injetores de gás, o que melhora o enchimento do motor e a formação da mistura ar combustível.

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Segundo os cálculos da empresa, a recuperação do valor investido no kit é possível considerando uma rodagem de 3 mil quilômetros por mês, variável de acordo com os preços dos combustíveis em cada estado.

A fabricante também promete manutenção da garantia original de um ano para kits de quinta geração instalados por convertedores certificados pelo Inmetro.

Porta-malas de 520 litros perde parte de seu volume quando instalado o cilindro de gás Divulgação/Quatro Rodas

O lançamento foi pensado, de acordo com a marca, para motoristas que utilizam o veículo como ferramenta de trabalho e precisam rodar largas distâncias diariamente.

É importante ressaltar que apenas alguns estados brasileiros, como Rio de Janeiro e Minas Gerais, trabalham com oferta mais abundante de GNV. A FCA, porém, aposta que o combustível terá uma expansão importante em outras regiões do Brasil.

Isso porque as reservas de pré-sal colocaram o país como o sexto maior detentor de reservas de gás no mundo, com “possibilidades de novas fontes de extração e ampliação da rede de distribuição em todo o território nacional”, segundo visão da fabricante.

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