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Chevrolet suspende vendas do novo Tracker e da Spin para clientes PcD

Nova geração do SUV teve fabricação interrompida devido ao fechamento das fábricas para combater a disseminação do novo coronavírus

Por Renan Bandeira - Atualizado em 11 Maio 2020, 13h16 - Publicado em 11 Maio 2020, 13h07
Divulgação/Chevrolet

A General Motors confirmou, nesta segunda-feira (11), a suspensão das vendas do novo Chevrolet Tracker em sua versão para o público PcD.

Segundo a empresa, o fechamento das fábricas devido à pandemia do novo coronavírus não permitiu que novas unidades fossem produzidas e o estoque chegou ao final.

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Embora ainda esteja no configurador online da marca, a versão PcD deixou de ser oferecida já nesta segunda.

O prazo para o retorno ainda não foi divulgado, mas a venda deve ser retomada na medida em que as operações das fábricas forem retomadas.

O retorno das atividades em São Caetano do Sul, onde o novo Tracker é produzido, está programado para a próxima segunda-feira (18), mas em apenas um turno.

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Assim, a GM ainda não deu prazo para que os pedidos pela versão PcD do SUV sejam retomados.

Versão para PcD da Spin também teve vendas suspensas Divulgação/Chevrolet

Além dele, a versão PcD da minivan Spin, também feita no ABC paulista, deixará de ser oferecida. As unidades de ambos os modelos faturadas até o último domingo (10), serão entregues normalmente.

O Tracker foi o SUV mais vendido do país durante o mês de abril, com 1.395 unidades, deixando para trás Jeep Renegade e VW T-Cross, mais recentes líderes do segmento.

Lançado em março, o modelo chegou ao mercado oferecendo a versão PcD com preço de R$ 69.990, e após isenções R$ 56.877.

Os itens de série do veículo são: partida do motor por botão; start-stop; seis airbags; alarme; ESP; assistente de rampa; faróis e lanternas de neblina; luzes diurnas de led; regulagem de altura dos faróis; Isofix e Top Tether para cadeirinhas infantis; maçanetas internas na cor prata e externas na cor do veículo; ar-condicionado manual; volante multifuncional com regulagem de altura e profundidade; direção, travas, vidros e retrovisores elétricos; central multimídia de 8 polegadas; câmera de ré; piloto automático.

O motor é sempre 1.0 turbo flex com injeção eletrônica convencional de 116 cv com etanol, aliado a câmbio automático de seis marchas. No entanto, a garantia é de apenas 12 meses, contra 36 das demais versões.

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Fernando Pires/Quatro Rodas
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