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Uma das 500 unidades da LaFerrari será destruída na África do Sul

Importada ilegalmente, unidade avaliada em 3,1 milhões de dólares pode acabar em pedaços

Por Vitor Matsubara Atualizado em 3 abr 2017, 21h23 - Publicado em 3 abr 2017, 20h22
reprodução/Internet

Importar um veículo por conta própria não é complicado apenas no Brasil. O governo da África do Sul também cobra vários impostos e taxas para permitir que o carro rode legalmente no país. Caso algo não seja feito dentro da lei, o dono corre o risco de ter seu automóvel sumariamente destruído.

Se a sentença parece cruel demais, imagine só quando o carro em questão é uma raríssima LaFerrari, que teve apenas 500 unidades produzidas. Adquirida por um milionário do Congo, a Ferrari estava guardada dentro de um galpão desde 2014 antes de deixar o local em fevereiro rumo ao país vizinho, sem pagar qualquer taxa ao governo sul-africano. As informações foram divulgadas pelo site Fin24.

reprodução/Internet

Provavelmente o plano teria dado certo, mas o milionário teve a brilhante ideia de voltar com seu “brinquedo” à África do Sul por um único dia. Foi o suficiente para as autoridades locais localizarem e apreenderem o veículo.

No Brasil, tal situação provavelmente terminaria com o carro sendo leiloado. Na África do Sul, porém, a legislação para esse tipo de caso prevê a pena máxima (para o carro): destruição.

Além do processo de importação obscuro, há outro agravante: o país africano proíbe a regularização de veículos com volante do lado esquerdo – como ex-colônia britânica, por lá os motoristas dirigem do lado direito. Como as chances de a situação do carro ser legalizada são ínfimas, é provável que a desafortunada LaFerrari morra de vez.

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