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Tesla agora sabe ultrapassar sozinho e dirigir na completa escuridão

Funcionalidades fazem parte do novo pacote de direção autônoma que a fabricante vem oferecendo aos seus modelos

Por Eduardo Passos 7 dez 2020, 14h28

 

Tesla Model 3 se deparou com caminhão de lixo e foi capaz de ultrapassar com segurança — sem nenhuma interferência humana
Tesla Model 3 se deparou com caminhão de lixo e foi capaz de ultrapassar com segurança — sem nenhuma interferência humana Reprodução/Youtube

Recém-lançado pela Tesla, o sistema Full Self-Driving ampliou as capacidades do famoso piloto automático da marca e segue surpreendendo com tudo que pode fazer. Agora, foi a vez do software exibir a capacidade de realizar ultrapassagens com segurança, além de dirigir na completa escuridão.

Ainda em fase de testes — e disponível para poucos proprietários —, o sistema é um dos mais avançados em termos de automação veicular no mercado. Mais do que os Tesla tradicionalmente já fazem, ele é capaz de parar em sinais, fazer conversões complexas na cidade e muito mais.

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Um exemplo disso foi postado por Dave Mac no YouTube. O vídeo mostra um Model 3 em estrada na Virginia, nos EUA, se deparando com um caminhão de lixo. O carro detecta a faixa pontilhada no asfalto e começa a guinar levemente à esquerda, como um motorista humano, a fim de checar o tráfego na contramão. Quando sensores indicam passagem livre, a ultrapassagem é feita aproveitando o torque instantâneo do motor elétrico.

Essa é só uma das várias funcionalidades do FSD, que vem sendo colocado à prova em cenários difíceis até para condutores experientes. Em um desses exemplos, o sistema conduz outro Model 3 em uma estrada de cascalho durante a noite.

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Usando sistemas ultrassônicos e infravermelhos, o computador consegue guiar o carro na completa escuridão, com a mesma suavidade que faria em situações normais.

Além disso, outros vídeos mostram o FSD desviando os Tesla com agilidade e segurança de pedestres e animais, além de interpretar, com sabedoria de taxistas, rotatórias e conversões complexas e com muitas variáveis, frear para lombadas e recolher automaticamente os retrovisores em vias estreitas.

Entre outras novidades já disponíveis no Full Self-Driving, há o autoparking e um modo manobrista, no qual o carro, de modo autônomo, vai da vaga de estacionamento ao local em que o motorista se encontra através de ordens dadas via celular.

Com tantas funções, não é surpresa que só o FSD custe mais que muitos carros
Com tantas funções, não é surpresa que só o FSD custe mais que muitos carros ‘normais’ Reprodução/Tesla

A ‘brincadeira’, claro, não sai barato: a atualização do software dos Tesla a fim de ativar o FSD custa nada menos que US$ 10.000 (R$ 50.723 em conversão direta). Além disso, o fabricante mantém a ordem de que o carro seja monitorado pelo motorista o tempo inteiro, como no autopilot mais simples.

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